A Paz do Senhor Jesus!

A Paz do Senhor Jesus! Seja bem vindo. Assista nossos vídeos:



sábado, 5 de janeiro de 2013

GRAÇA

Baseado no livro Graça, mais do que merecemos, maior do que imaginamos de Max Lucado.




‘O significado da vida. Os anos desperdiçados da vida. As infelizes escolhas da vida. Deus responde à confusão da vida com uma palavra: graça...
Quando a graça acontece, não recebemos um elogio de Deus mas um novo coração. Dê seu coração a Cristo e Ele retornará o favor.”Darei a vocês um coração novo e porei um espírito novo em vocês” (Ezequiel36:26).

Você poderia chamar de transplante espiritual de coração.

Tara Storch entende esse milagre tanto quanto qualquer outra pessoa. Na primavera de 2010, um aidente de esqui tirou a vida de sua filha de treze anos, Taylor. O que se seguiu para Tara e o marido, Todd, foi o pior pesadelo para qualquer pai: um funeral, um enterro, uma enxurrada de perguntas e lágrimas. Decidiram doar os órgãos da filha. Poucas pessoas precisavam de um coração mais do que Patricia Winters. O coração dela começou a falhar cinco anos antes, deixando-a muito fraca para fazer algo mais além de dormir. O coração de Taylor deu a Patrícia um novo começo de vida.
Tara tinha apenas uma exigência: ela queria ouvir o coração da filh. Todd e ela voaram de Dallas a Fênix e foram até a casa de Patrícia para ouvir o coração de Taylor.
As duas mães se abraçaram por um longo tempo. Então Patrícia ofereceu a Tara e a Todd um estetoscópio. Quando eles ouviram o ritmo saudável, que coração eles ouviram? Eles não ouviram o coração da própria filha ainda pulsante? Habitava em um corpo diferente, mas o coração era o coração da filha deles. E quando Deus ouve o seu coração, ele não ouve o coração do próprio Filho ainda pulsante?


Como disse Paulo: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Galatas 2:20). O apóstolo sentia dentro de si não apenas a filosofia, os ideais ou a influência de Cristo, mas a pessoa de Jesus. Cristo entrara nele. Ainda entra. Quando a graça acontece, Cristo entra. “Cristo em vocês, a esperança da glória” (Colossenses 1:27)”




Quando leio estas palavras acima, escritas por Max Lucado, não posso deixar de lembrar aquilo que Deus nos pede e que Ele mais deseja: o nosso coração. Ele deseja que nós lhe entreguemos o nosso coração de pedra e ele nos dará um coração de carne (Ezequiel 11:19). Ele deseja nos dar coração renovado pelo espírito, segundo o coração do Pai. Um coração de carne que pulsa a essência do criador, o verbo que se fez carne, Cristo vivo em nós na presença do Espírito Santo. A sublime graça de Deus se renovando em nossos corações. Um coração novo, um espíritu novo. Novo fluir, novo caminhar, novidade de vida. E TUDO SE FEZ NOVO!!!

A sequidão do túmulo não conseguiram deter o criador, ao terceiro dia a luz rompeu, como ele previra...As trevas se fizeram dia. Nada nem ninguém pode apagar essa luz, a luz da vida, a luz do próprio Criador. A vida eterna que pulsa que não depende de circunstâncias pois nEle se condensa toda a expressão da vida. Ninguém pode matar a vida do autor de toda a criação. A vida do Deus onipotente TODO PODEROSO. Essa é nossa certeza, a certeza de todo aquele que nEle crê. O mundo não o entende, o mundo não te compreende. Que amor é esse? Que poder é esse? Como alguém num ato de renúncia à própria vida pode renovar e gerar novas vidas??? Esse é o milagre de Deus!!! Compreendido somente pelos olhos da fé. 

Da fé daqueles que se lançaram e entregaram suas vidas não à morte mas sim ao autor da vida. Este nunca falha, nunca decepciona, nunca morre, nunca chega tarde mas sempre em suas mãos guarda nossas vidas assim como nós guardamos o Seu coração. O seu sêlo. 

Obrigado Pai porque hoje dou a ti todo o meu coração essa é minha oração! Me entrego a ti ó Pai de todo coração! Faz em mim pulsar o teu coração! O pulsar e o mover do teu Espírito Santo! Que o teu mover movam minha alma em todo o Teu querer! Hoje gritarei ao mundo do teu GRANDE AMOR!!! Faz arder nos corações a TUA PALAVRA!!! MOSTRA-NOS A TUA GLÓRIA!!!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Historia do Catolicismo


Prefácio

Dos muitos caminhos que conduzem ao Inferno, o mais palmilhado tem sido o das falsas religiões e seitas! Os falsos profetas existem e não são poucos (Mt 24.11a). Eles iludem a muitos (Mt 24.11b), e os ludibriados por eles vão com eles para o Inferno (Mt 15.14). Pesa, portanto, sobre os ombros dos verdadeiros cristãos, a árdua (embora sublime) missão de identificá-los, adverti-los, denunciá-los e desmascará-los. E tudo isto por amor: por amor a eles, às suas vítimas, à Igreja, e, sobretudo, por amor ao Senhor Jesus Cristo que nos confiou a semeadura da Palavra de Deus. É com estes nobres sentimentos__a consciência do dever e um profundo amor__que elaboramos este livro que o caro leitor ora nos dá a honra de apreciar.
      O único padrão que nos permite aferir com precisão uma doutrina religiosa, é a Bíblia. Por isso nos estribamos unicamente nela, enquanto procedemos a análise do Catolicismo...

    Caríssimo leitor, não permita que o preconceito o impeça de examinar todo este livro, pois é com muito amor e com todo o respeito que os católicos merecem que exteriorizamos aqui nossa sincera opinião acerca do Catolicismo. Logo, este livro não é uma crítica gratuita, tampouco um desabafo de um protestante revoltado. Enquanto redigimos estas linhas, as lágrimas nos vêm aos olhos. São lágrimas do amor cristão, que devem caracterizar todos os servos de Deus...

Como e Quando Surgiu o Catolicismo

      Quando o Senhor Jesus veio ao mundo, já existiam muitas religiões: Budismo, Confucionismo, Hinduísmo, Zoroastrismo, o paganismo greco-romano e outras. Muitos dos religiosos de então acreditavam em muitos deuses como Minerva, Diana, Baco, etc. Em meio a essas trevas tão medonhas raiou a luz, a saber, Jesus. A maioria o rejeitou, mas milhares creram nEle, surgindo assim o que Ele chamou de Igreja, isto é, o conjunto dos seus discípulos. Inicialmente os discípulos de Jesus se organizaram em igrejas locais e independentes. Daí lermos na Bíblia: A igreja que está em Filadélfia, a igreja que está em Laudicéia, a igreja que está em Éfeso, etc., como se pode ver nos capítulos 2 e 3 do Apocalipse. Claro, esta independência era relativa, visto que confraternização e cumplicidade nunca faltaram entre os verdadeiros cristãos. A união que havia entre os cristãos de então, especialmente até o início do Século II, era similar à que há hoje entre as diversas denominações evangélicas: somos independentes e divergentes, mas unidos, cúmplices e convergentes em Cristo. Mais tarde, visando dificultar a infiltração de heresias na Igreja, os cristãos tiveram a brilhante idéia de se organizar em forma de uma federação de igrejas, semelhantes às convenções de hoje: CBB, CBN, CGADB, etc., à qual deram o nome de Igreja Católica, isto é, Igreja Universal. Ainda bem cedo, esta associação mundial de igrejas passou a ser supervisionada por cinco bispos eleitos entre os demais: O Bispo de Roma, o de Jerusalém, o de Antioquia, o de Constantinopla e o de Alexandria. Algum tempo após, o Bispo da igreja que estava em Roma assumiu a liderança dessa união de igrejas (Robert Hastings Nichols. História da Igreja Cristã. páginas 47-49, 63-64). Foi a essa união de igrejas que, no início do 4º século, o Imperador Constantino adotou (de fato, e não de direito) como religião oficial* do Império Romano. Ao fazer isso, esse Imperador, além de pôr fim às perseguições que há 4 séculos diversos imperadores romanos vinham promovendo contra a Igreja, concedeu à referida associação de igrejas, inúmeras vantagens patrimoniais, financeiras e morais. A igreja “oficial” veio, pois, a ser a religião da moda, de status, rentável. E, partir daí, o Cristianismo tornou-se desejável a muitos dos que antes o rejeitavam. Assim, muitos pagãos interesseiros se tornaram cristãos de fachada.
      Vejamos algumas transcrições que corroboram a exposição acima:
A. Rui Barbosa, famoso expoente da nossa cultura, escreveu sobre esse casamento da Igreja com o Império Romano, casamento este que se deu sob a influência do ímpio Constantino, que matou a esposa, o filho, seu cunhado e dois de seus sobrinhos. Disse o Dr. Rui: “O imperador não batizado” [ele se refere a Constantino] “recebe o título de bispo exterior, julga e depõe bispos; convoca e preside concílios; resolve sobre dogmas. Já não era mais esta, certo, a igreja dos primeiros cristãos. Estes repeliriam como sacrilégio as monstruosas concessões ao odioso absolutismo dos imperadores, as homenagens ao déspota que se ensangüentou com a morte de dois sobrinhos, do cunhado, do filho e da mulher, e que, enquanto recebia reverência nas basílicas cristãs, aceitava adoração como Deus nos templos do paganismo. Adquiriu a Igreja influência temporal; mas a sua autoridade moral decresceu na mesma proporção; de perseguida tornou-se perseguidora; buscou riquezas, e se corrompeu; derramou sangue, para impor silêncio à heterodoxia; e, sujeitando o espírito à letra, iniciou esse formalismo, que foi o primeiro sintoma de sua decadência, e se não se suprimir, por uma reforma que a aproxime da sua origem, há de ser a causa final de sua ruína” (Rui Barbosa. O Papa e o Concílio, 3ª edição. Elos. Rio de Janeiro/RJ, página 24. Citado por Hernandes Dias Lopes, em O Papado e o Dogma de Maria. Hagnos, São Paulo/SP. 1ª edição, 2005, página 63);
B. O horroroso quadro acima exposto por Rui Barbosa, piorou, quando “Logo após o reinado de Constantino, seu filho decretou a pena de morte e o confisco de propriedade, para todos os adoradores de ídolos...” (Jesse Lyman Hurlbut. História da Igreja Cristã. Editora Vida, 8ª impressão de 1995, página 80). (Esse gesto arrogante [Refiro-me à intolerância religiosa] também foi praticado por “Santo” Agostinho, defensor de várias heresias (sucessão apostólica, salvação através da referida associação intitulada Igreja Católica, predestinação, mariolatria, oração pelas almas dos mortos, sincretismo entre Cristianismo e paganismo, etc.), das quais algumas fazem parte do Catolicismo até hoje. Sim, Agostinho, embora tenha ensinado muitas coisas boas, foi, entretanto, suficientemente estulto para sancionar o uso da força imperial para obrigar os donatistas a retornarem à Igreja Católica (Cf.: Robert Hastings Nichols. História da Igreja Cristã, op. cit. página 61);
C. O Imperador Teodósio I deu continuidade à intolerância religiosa encabeçada pelo referido filho de Constantino, a saber, Constantino II, O Jovem (História da Igreja Cristã, op. cit. páginas 83-84);
D. Também na obra intitulada História das Religiões, de Chantepie de La Saussaye, editada pela Editorial “Inquérito” Ltda, Lisboa/Portugal, edição de 1940, consta que “Teodósio... suprimiu o culto pagão em todos os lugares e de maneira absoluta. Os ... funcionários receberam por toda a parte ordem de perseguir o culto pagão; os cristãos fanáticos tiveram toda a liberdade de o combater pela violência. Assim desapareceu o paganismo...” (páginas 819-820);
E. E a junção dessas duas coisas (as regalias que a partir de Constantino foram conferidas às igrejas confederadas, somadas ao triste fato de que essa associação de igrejas tornou-se religião imposta pela força imperial) fizeram desse “cristianismo” a religião da maioria. Mas essa maioria era cristã apenas nominalmente. No fundo, eles eram apenas pagãos disfarçados de cristãos. Esses falsos cristãos fizeram o sincretismo do paganismo com o Cristianismo, implantando no seio da mencionada associação de igrejas, o culto aos santos e a Maria, bem como outras inovações, donde surgiu o que hoje conhecemos pelo nome de Catolicismo. Sim, leitor, "Depois que o Cristianismo se impôs e dominou em todo o império, o mundanismo penetrou na igreja e fez prevalecer seus costumes” (Jesse Lyman Hurlbut,. História da Igreja Cristã. São Paulo: Editora Vida, 8ª edição, 1995, página 83);
F. Exatamente em alusão à mistura de que tratamos aqui, ocorrida a partir de Constantino, afirmou o Pastor J. Cabral: “Podemos considerar que aquele momento marcou o início do catolicismo romano” (Religiões, Seitas e Heresias, Universal Produções _ Rio de Janeiro/RJ, 4ª edição, 3ª tiragem, 2000, página 80);

G. Sim, foi inspirando-se no paganismo que surgiu o culto aos santos, aos anjos e à Maria (Dulia e Hiperdulia) até hoje praticado pela Igreja Católica. O Pastor Ralph Woodrow, acima citado registrou: A fim de aumentar o prestígio do sistema eclesiástico apóstata, os pagãos foram recebidos dentro das igrejas independente da regeneração pela fé, e foram permitidos abertamente reter seus signos pagãos e símbolo” (Babilônia: a Religião dos Mistérios, página 51).

Podemos provar que os chefões da Igreja Católica sabem que o que afirmamos acima é a expressão da verdade e dão fé. Senão, vejamos estes exemplos:

Primeira prova) “Tornou-se fácil transferir para os mártires cristãos as concepções que os antigos conservaram concernente aos seus heróis. Esta transferência foi promovida pelos numerosos casos nos quais os santos cristãos tornaram-se os sucessores das divindades locais, e o culto cristão suplantou o antigo culto local. Isto explica o grande número de semelhanças entre deuses e santos” (Enciclopédia Católica [Em inglês],Volume 9, páginas 130 e 131, art. “Legends”. Citado em Babilônia: a Religião dos Mistérios, de Ralph Woodrow, Associação Evangelística, página 35).

Segunda prova) Referindo-se ao assunto em questão, diz o Padre Luiz Cechinato“...Os Batismos eram dados em massa. Ser cristão tinha virado moda. A igreja ganhava na quantidade e perdia na qualidade. De pequenas comunidades, a Igreja passou a ser multidão” (Os Vinte Séculos de Caminhada da Igreja, página 77, 4ª edição, Editora Vozes, 2001).

Terceira Prova. Tenho em meu poder uma apostila elaborada pela Escola Pastoral Catequética da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que também confirma, à página 32, o que aqui denunciamos. Veja: “A Igreja sai das perseguições e encontra liberdade. Isso é facilitado pela chegada do Imperador Constantino, que não só dá liberdade à Igreja, mas a torna religião oficial com o Edito de Milão. A Igreja fica muito ligada ao poder temporal. Os povos conquistados assumiam a fé da Igreja. Muita coisa surgiu de errado, quando o poder temporal passou a mandar em certos setores da Igreja, ou então quando as autoridades da Igreja se uniam aos poderes temporais” (Não cito aqui o título da obra porque a mesma não foi intitulada. Grifo nosso). É uma pena que se “esqueceram” de registrar que:

1) Os erros que surgiram nos dias de Constantino são perpetuados pela Igreja Católica até os nossos dias;

2) Tais erros se avolumam cada vez mais;

3) A “Igreja” que emergiu de tal barafunda não se caracteriza como Igreja de Cristo.

      O paganismo foi adaptado ao Cristianismo da seguinte maneira:

a)    Sabe-se que os politeístas tinham (e têm) um deus para cada coisa, bem como para cada país e cidade e, às vezes, até para cada rua. E é porque existe uma “igreja” que se casou com o paganismo que São Jorge é o padroeiro da Inglaterra, Nossa Senhora Aparecida é a padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Guadalupe é a padroeira da América (e em particular, do México), São Sebastião é o padroeiro do Rio de Janeiro, etc. E quem nunca ouviu falar de Santo Antônio casamenteiro, São Cristóvão condutor dos motoristas, São Longuinho das coisas perdidas, Santa Luzia oftalmologista, Santa Edwiges dos endividados, etc.?;

b)   Os pagãos ajoelhavam diante das estátuas de seus deuses, e rogavam suas bênçãos. Era crença comum de que os deuses rogavam a *Zeus pelos seus devotos. Como bem o disse também o erudito Pastor Abraão de Almeida, os pagãos recorriam aos semideuses, pois criam que os mesmos intercediam aos deuses pelos seus pedintes (Abraão de Almeida, Babilônia, Ontem e Hoje, CPAD _ Casa Publicadora das Assembléias de Deus _, 4ª edição, 1984, páginas 57-63). É por isso que os católicos, prostrados ante as estátuas de seus “santos”, imploram: “Rogai por nós”. Geralmente os católicos fazem isso sem conhecimento de causa, mas a verdade solene é que essa nunca foi uma prática genuinamente cristã. Para se chegar a essa conclusão, basta ler a Bíblia. Nesta encontramos, com a devida aprovação de Deus, que nós, os vivos, oremos uns pelos outros. Logo, eu posso orar por você, bem como pedir a você que ore por mim, mas esta cumplicidade tem que cessar tão logo um de nós dois parta deste mundo. Não há nenhum registro bíblico de um servo de Deus pedindo ao seu irmão que morrera, que rogasse por ele. Logo, não foi lendo a Bíblia que o clero católico aprendeu a rezar aos seus ídolos chamados santos. Certo defensor do Catolicismo disse-me que os católicos não oram aos santos , e sim com os santos, porém, é inegável que pedem aos espíritos dos que já morreram que roguem por eles e que isso nunca foi praticado pelos servos de Deus, segundo a Bíblia. Ademais, se eles realmente não rogam aos santos, e sim, com os santos, devem dizer também que não oram a Deus, e sim, com Deus. Isso é brincadeira.

c)    Segundo alguns autores, até mesmo algumas estátuas dos deuses do paganismo foram adotadas pelos “cristãos” paganizados (ou melhor, pelos pagãos “cristianizados”), como, por exemplo, a estátua do deus júpiter, que até hoje se faz passar por São Pedro, na famosa Basílica de São Pedro; o deus Baco que teve seu nome trocado por São Baco; e a estátua da deusa Diana que tornou-se estátua de Nossa Senhora. Estas denúncias constam da obra Roma Sempre a Mesma, da autoria do ex-Padre Hipólito Campos, e do livro “Será Mesmo Cristão o Catolicismo Romano?”, de autoria do Pastor Hugh P. Jeter, publicado pela Editora Betel, 2ª impressão / 2000. Este diz à página 73: “O édito de tolerância de Constantino, que tornou o cristianismo, a religião preferida, atraiu a afluência de milhares de adeptos das religiões pagãs. Essas pessoas foram portadoras de muitas de suas crenças, superstições e devoções pagãs. Sua adoração a Ísis, Isthar, Diana, Atena, etc. foi transferida a Maria. Dedicaram-lhe estátuas e se ajoelharam diante delas, orando como haviam feito antes às deusas pagãs. ÀS IMAGENS DE SEUS ANTIGOS DEUSES ERAM DADOS AGOARA NOMES DE SANTOS (Grifo nosso).

d)    Há quem diga ainda que a estátua de bronze do deus júpiter foi derretida e reaproveitada na confecção da estátua de São Pedro;

e)    O historiador Severino Vicente da Silva, professor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), disse: “As deusas celtas foram absorvidas pela figura de Maria. Onde houve anteriormente à chegada do cristianismo um culto mais organizado em torno de uma divindade feminina, Maria surge como uma intermediária entre as culturas que se chocam” (revista Galileu, editada pela Editora Globo, dezembro de 2003, nº 149, página 22);

f)      Ainda segundo consta da página 23 da revista Galileu supracitada, a historiadora Claudete Ribeiro de Araújo, do Centro de Estudos de História da Igreja na América Latina, afirmou que “o culto mariano nasceu ...como substituto da adoração à Grande Mãe, uma figura que pode ser encontrada em várias religiões e culturas pagãs” (Ênfase acrescentada);

g)    “Tudo o que ele” (isto é, o paganismo) “continha, quanto a elementos vivos, passara ao cristianismo, que, desde então, abundantemente provido de pensamentos e de fórmulas greco-romanas, se encontrava em condições de desempenhar a sua missão no mundo” (História das Religiões, op. cit. Página 820);

h)    Referindo-se à fusão do Cristianismo com o paganismo, fusão esta que redundou no que hoje conhecemos pelo nome de Catolicismo Romano, diz a obra Série Apologética: “Dessa forma, o culto aos santos e a Maria substituiu o dos deuses e deusas do paganismo” (ICP _ Instituto Cristão de Pesquisas _, Volume I, página 74).

i)     O erudito Pastor José Gonçalves, professor de grego e hebraico, membro da Comissão de Apologia da CGADB _ Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil _, à página 15 do Mensageiro da Paz _ Órgão oficial das Assembléias de Deus _, novembro de 2005, nº 1.446, referindo-se ao culto a Maria disse: “Um fato relevante a ser destacado é que essa doutrina, com suas diferentes versões, era desconhecida dos cristãos primitivos. Até mesmo os teólogos católicos romanos reconhecem esse fato”. E a seguir, como prova de sua afirmação, transcreve do livro O Culto a Maria Hoje, publicado pela Edições Paulinas (editora católica), o seguinte: [...]“Não podemos dizer que a veneração dos santos _ e muito menos a da Mãe de Cristo _ faça parte do patrimônio original” (Citado também na Bíblia Apologética, ICP Editora, página 102, nota sobre Êx. 20: 4-5 que, por sua vez, também nos reporta ao livro O Culto a Maria Hoje, 3ª edição de 1980, página 33, Edições Paulinas [editora católica], cujo autor principal é o senhor Wolfgang Beinert).

      A afirmação acima, constante da última transcrição, não é herética, mas nos leva às seguintes reflexões:

1ª) não se harmoniza com o que foi definido solenemente durante o Concílio do Vaticano II (cujas decisões estão em pleno vigor, já que, depois disso não houve outro Concílio Ecumênico), visto que, nesse Sínodo, referindo-se ao culto a Maria se disse com todas as letras: “Este culto ... sempre existiu na Igreja ... (Concílio do Vaticano II, Editora Vozes, 29ª edição/2000, página 111, § 66);

2ª) se a veneração dos santos e da mãe de Cristo, não faz parte do “patrimônio original”, então os apóstolos não possuíram esse “bem”. E, sendo assim, podemos dispensar as testemunhas, visto que o réu confessou o crime;

3ª) Será que essas contradições não se destinam a fazer com que o dito fique pelo não dito, exatamente para nos confundir? Pensem nisso os sinceros!

      Do que vimos até aqui, certamente está claro que podemos responder à pergunta “Como e Quando Surgiu o Catolicismo?”, que deu título a este tópico, dizendo que o Catolicismo é o resultado de uma fusão do Cristianismo com o paganismo. O Catolicismo é obra dos “cristãos” inovadores do quarto século da Era Cristã, como demonstramos acima. Não é possível sabermos o exato momento em que a a sobredita associação de igrejas se descaracterizou como uma igreja de Cristo, visto que o Diabo foi entrando devagar, ou seja, sua degeneração se deu progressivamente. Hoje, porém, não pode haver dúvida de que essa comunidade não é cristã, na verdadeira concepção do termo. O Catolicismo é paganismo gospel. O Catolicismo é cristianismo paganizado, ou melhor, paganismo “cristianizado”.

Fonte: SANTANA, Joel Pr. ANÁLISE BÍBLICA DO CATOLICISMO ROMANO. Rio de Janeiro, 2007.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Um encontro com Jesus




“Conheci certa vez uma garota de dezoito anos que estava grávida. Ela ainda não tinha aceitado Jesus como seu Senhor e Salvador. No decorrer de sua gravidez aconteceram problemas que apressaram a chegada da criança, prematuramente, aos sete meses. Alguns dias antes do nascimento, ela teve um sonho, na qual ela morria na sala do parto. Comecei a repreender essa possibilidade e a orar sobre a vida dela. Deus me mostrou que ela não morreria, apesar do bebê não vir a sobreviver.



Quando chegou o dia do parto, minha amiga entrou em coma profundo e o bebê morreu, exatamente como Deus havia me mostrado. Continuei a orar pela vida dela e, quando ela finalmente saiu do coma, voltou com uma ótima notícia: Ela teve um encontro com Jesus enquanto estava em coma, e entregou sua vida a ele durante essa experiência. E, glórias a Deus, hoje ela tem um bom relacionamento com Deus e tem uma linda nova vida em Cristo.” 

A Raquel, que conta esse testemunho, é ainda adolescente, mas exerce uma grande influência entre suas amigas da escola e tem consciência da necessidade de levá-las a se encontrarem com Cristo e fazerem dele o Senhor de suas vidas. Junto com seu irmão e outros jovens crentes, tem um grupo de estudos bíblicos que funciona durante o intervalo das aulas. 

O testemunho dela nos incentiva a sair do anonimato e agir com ousadia em fé e confiança no poder de Deus. Se nos colocarmos a disposição de Deus e assumirmos a nossa posição em Cristo diante dos outros, grandes coisas irão acontecer. Você já falou de Jesus a alguém hoje?

RB(Comentado) apud calendário de 2013 do Programa de Intercessão Missionária da JMM.

domingo, 23 de setembro de 2012

A capa de José


José era um dos doze filhos de Jacó e se destacava entre seus irmãos. Era filho da amada esposa Raquel e muito esmerado e correto em tudo o que fazia. Seu pai “amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice; e fez-lhe uma túnica de várias cores. “ Gênesis 37:3

Tunica é a veste o revestimento aquilo que guarda o corpo é símbolo de cuidado a amor. Tínica colorida é uma túnica especial que representa a plenitude e fidelidade de Deus que nos remete a túnica sacerdotal de várias pedras coloridas e ao arco-iris multicolorido,símbolo do pacto de Deus de não destruir a sua descendência na Terra. A túnica colorida que Jacó fez para seu filho representava um amor especial que ele tinha por esse filho e representava uma aliança da fidelidade de Deus por aquele que era especial aos seus olhos. Mas vejamos qual foi a reação de seus irmãos perante a exaltação que Deus deu a José: “ Vendo, pois, seus irmãos que seu pai o amava mais do que a todos eles, odiaram-no, e não podiam falar com ele pacificamente." Gênesis 37:4

Vemos que os irmãos de José o invejaram e isto criou inimizade entre eles e José. José também cometeu a imprudência de contar dois sonhos a seus irmãos que profetizavam sobre os seus destinos: “Eis que estávamos atando molhos no meio do campo, e eis que o meu molho se levantava, e também ficava em pé, e eis que os vossos molhos o rodeavam, e se inclinavam ao meu molho." Gênesis 37:7

Este sonho de José falava de que seus irmãos se inclinariam perante ele. “Eis que tive ainda outro sonho; e eis que o sol, e a lua, e onze estrelas se inclinavam a mim.” Gênesis 37:9

Este outro sonho falava que não apenas seus imãos mas que seu pai e mãe se inclinariam perante José.

Com isto aprendemos que os sonhos que Deus têm para nós não sempre devem ser contados pois despertarão inveja daqueles mais próximos mas que estão distantes de Deus. Até mesmo nossos irmãos muitas vezes querem o nosso mal quando não têm o amor de Deus em seus corações. 

É interesante notar que os irmãos de José após a revelação dos dois sonhos de José vão apascentar ovelhas no Vale de Siquém. Jacó manda então seu filho do vala de Hebrom para o vale de Siquém. Hebrom significa aliança,cidade de refugio, lugar do amigo de Deus. A palavra Siquém significa “ombro”. O ombro é um lugar de força, de levar grandes pesos, portanto o significado de Siquém é “força”, perseverança e superação. José saiu do refúgio de Deus para o lugar de superação, de provação. Toda vez que Deus nos dá um revestimento, um ministério ou chamado ele permite que sejamos provados. Jesus após receber o batismo foi levado pelo Espírito ao deserto onde foi tentado por 40 dias. 

José recebeu uma túnica que representava uma aliança de fidelidade do Pai em sua vida e esta seria provada no vale de Siquém: no vale da superação. De lá ele foi para Datã. Datã significa dois poços foi neste vale que se apresentaram duas alternativas aos irmãos de José: matá-lo ou vender a José como escravo para uma caravana de Ismaelitas. Os ismaelitas eram descendentes de Ismael o filho de Abraão com a escrava egípcia Hagar. Ismael significa “Deus ouve”. E vinham de Gileade que é traduzida como Galaad, e quer dizer pedregoso, lugar seguro, de conforto, de consolo. Então Deus ouviu o clamor e a angústia  de José e enviou o seu consolo, o seu conforto. Mas a primeira vista aquela caravana não trazia nenhum conforto porque o levaria para ser vendido como escravo no Egito. Mas como os caminhos de Deus são mais altos que os nossos depois entenderemos o propósito de Deus nisso tudo.

José após chegar ao Egito  é vendido como escravo: “venderam-no no Egito a Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda. “ Gênesis 37:36

“Vendo, pois, o seu senhor que o SENHOR estava com ele, e tudo o que fazia o SENHOR prosperava em sua mão, José achou graça em seus olhos, e servia-o; e ele o pôs sobre a sua casa, e entregou na sua mão tudo o que tinha.”
Gênesis 39:3-4


A mão de Deus era sobre José e tudo que ele fazia prosperava pois a fidelidade de Deus estava sobre ele e era abençoado em tudo que fazia. Deus deu a José a administração de toda a casa de Potifar com tudo o que ele tinha. Uma posição de honra de destaque uma nova capa uma nova posição de exaltação.

E aconteceu que por ele se destacar na casa de Potifar por ser formoso de porte e semblante a esposa de Potifar pôs os seus olhos sobre ele, e quis deitar-se com ele. Ele porém lhe resistiu e não sucumbiu à tentação de fazer este mal diante de Deus e do seu Senhor.
Porem ela não desistiu e certo dia aproveitando que estarem sós na casa de Potifar: “E ela lhe pegou pela sua roupa, dizendo: Deita-te comigo. E ele deixou a sua roupa na mão dela, e fugiu, e saiu para fora.” Gênesis 39:12

E esta disse ao seus criados e seu esposo que José tentara forçá-la. Então a ira de Potifar se ascendeu contra José. Mais uma vez injustiçado ele foi entregue por Potifar à prisão na casa do cárcere.

José para não manchar as suas vestes espirituais preferiu abrir mão de sua posição, do lugar de honra que havia conseguido. Ele abriu mão de sua capa, do destaque, do poder, da riqueza para fazer o que era certo e não sucumbir ao pecado. Pela segunda vez ele abre mão de suas vestes agora não é a túnica mas a sua capa. Capa representa sua segurança, proteção contra a chuva, posição e honra. Às vezes fazer o que é certo implica em pagar um preço: o preço da injustiça e da condenação de todos. 

Me recordo da história de um pastor na China que foi acusado injustamente por uma mulher diante de sua esposa e sua igreja de tê-la engravidado. Após acusá-lo a mulher deixou seu bebê nas mãos do pastor na frente de toda a igreja. Diante de tão severa acusação o casamento daquele pastor sucumbiu assim como o seu ministério de pastorear aquela igreja. Ele perdeu tudo: família, ministério e o seu lar. Muitos anos depois conseguiu reerguer-se e Deus restiu-lhe tudo. Ele também teve a oportunidade de reencontrar a mulher que o acusara e de lhe perguntar porquê fizera aquilo. Ela disse que seria muito difícil para ela sendo solteira criar aquela criança o que não ocorreria no caso do pastor que era respeitado e tinha uma família sólida. Aquele pastor preferiu ter seu nome e reputação manchado a revidar as acusações e defender-se. Em um ato sublime de amor ele se calou e aceitou uma culpa que não tinha para não causar um dano ainda maior a aquela jovem.

Voltemos a José que foi parar na prisão e mais uma vez foi injustiçado. A sua situação parecia piorar cada vez mais. De filho preferido de seu pai foi vendido como escravo para um egípcio e agora terminava indo parar na prisão. De filho à condição de escravo e depois à condição de prisioneiro. E ser prisioneiro naquela época era bem diferente de ser prisioneiro nos dias de hoje. As prisões era lugares fétidos, mal iluminados e mal arejados. As condições de higiene eram muito precárias e os prisioneiros sofriam de todo tipo de doenças. Porem havia algo que fazia a diferença por onde quer que José andasse: a presença e graça de Deus sobre a sua vida.” O SENHOR, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor. Gênesis 39:21

Apesar de todas as circunstâncias difíceis José estava ganhando comunhão e intimidade com Deus. Estava lhe dando uma visão de águia de olhar além das circunstâncias da vida. Deus estava fortalecendo o espírito e a alma de José. Dando-lhe sonhos e visões de refrigério e alívio. Deus estava se mostrando Deus na vida de José e estava lhe ensinando a passar pelos desertos espirituais da vida confiando nEle. Deus estava lhe ensinando a  perceber e sentir seu amor e cuidado nas pequenas coisas. A sua felicidade não poderia ser escrava ou prisioneira  das circunstâncias da vida mas em Deus ele teria a verdadeira liberdade.

Se Deus tem um plano na tua vida não adianta o inimigo tentar te escravizar ou aprisionar com todo tipo de armadilha ou acusação. Somente a vontade de Deus se cumprirá em cada etapa de tua vida. Deus estará sempre contigo assim como esteve com Jó e assim como esteve com José. A sua fidelidade e o Seu amor nunca te abandonarão. É isso que Deus deseja que confiemos não em nossas capacidades: em nossas túnicas e capas. Deus quer que tenhamos uma comunhão maior com ele porque então ele poderá se mostrar Deus em nossas vidas e nos dará a honra de honrá-lo. A luz de Cristo tem de brilhar em você além das circunstâncias da vida porque nada pode nos separar do amor de Cristo.

"Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?" Romanos 8:35

Então quando chega o tempo de Deus na tua vida algo muda na presença do Rei. Deus faz um rebuliço e faz o rei tomar conhecimento da obra de Deus na vida de um encarcerado. José foi usado na vida do copeiro e do padeiro-Mor para depois ser usado no ministério da revelação de sonhos para o Faraó. O homem mais poderoso de todas as nações do seu tempo o chamou. Então Deus restitui por duas vezes as vestes que haviam sido tiradas de José. Quando ele foi vendido por escravo e quando deixou sua capa com a mulher de Potifá: 

“Então mandou Faraó chamar a José, e o fizeram sair logo do cárcere; e barbeou-se e mudou as suas roupas e apresentou-se a Faraó." Gênesis 41:14. (Grifo nosso). Depois de interpretar o sonho a faraó as suas vestes foram mudadas novamente: “E tirou Faraó o anel da sua mão, e o pós na mão de José, e o fez vestir de roupas de linho fino, e pôs um colar de ouro no seu pescoço. E o fez subir no segundo carro que tinha, e clamavam diante dele: Ajoelhai. Assim o pôs sobre toda a terra do Egito.
Gênesis 41:42-43 (Grifo nosso)


Vemos também que o rei deu o anel real que representa autoridade a José para ter poder sobre todo o seu reino. Tirou as vestes rotas da prisão para dar primeiro as vestes da dignidade e depois as vestes reais de linho fino. Assim nós também recebemos duas vestes espirituais uma com o batismo nas águas que nos liberta da prisão do pecado e do velho homem e outra com o batismo no Espírito Santo em que recebemos aquelas vestes que João viu sobre Jesus Cristo as vestes espirituais do Espírito Santo: vestes resplandecentes lavadas no sangue do cordeiro de Deus.

E Deus ainda fez mais deu um colar de ouro: riqueza e honra e fez todos se ajoelharem diante da vontade do Rei na vida de José. A mulher de Potifá, Potifá, os irmãos de José e o seu Pai tiveram de reconhecer o poder de Deus na vida de José. Assim também Jesus se tornou escravo e prisioneiro pela humanidade e se esvaziou de sua Deidade e assumiu a forma de servo para conquistar para todo aquele que nele crê a realeza e a sua autoridade sobre as forças das trevas, da escravidão do pecado e da prisão espiritual das hostes da maldade. Ele nos deus a autoridade do seu anel real em sua palavra, o revestimento das suas vestes resplandecentes e as infinitas riquezas da plenitude do seu Reino. Assim também o inimigo de nossas almas tem de se ajoelhar e se render à vontade de Deus em nossas vidas pois o Senhor é rei e soberano e exalta quem ele quer a seu tempo. Se o inimigo tem atentado sobre alguma área sobre a tua vida creia que será nela que o Senhor mostrará a su glória e te dará dupla honra. Assim como ele fez com José tu serás restituído em tudo aquilo que foi roubado pois assim o garante a sua palavra que é este anel real que hoje ele te dá:

“E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o meu grande exército que enviei contra vós.” Joel 2:25

“A voz de gozo, e a voz de alegria, a voz do esposo e a voz da esposa, e a voz dos que dizem: Louvai ao SENHOR dos Exércitos, porque bom é o SENHOR, porque a sua benignidade dura para sempre; dos que trazem ofertas de ação de graças à casa do SENHOR; pois farei voltar os cativos da terra como ao princípio, diz o SENHOR.” Jeremias 33:11

“Se alguém der ao seu próximo dinheiro, ou bens, a guardar, e isso for furtado da casa daquele homem, o ladrão, se for achado, pagará o dobro.” Êxodo 22:7