A Paz do Senhor Jesus!

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domingo, 31 de julho de 2011


Alô, meu nome é Jean e eu era um hooligan. A realização em minha vida era estragar aquilo que outros haviam construído. Aquilo que era motivo de alegria para os outros, para mim era um espinho no olho.

Minha vida era repleta de fracassos, seja na escola ou na profissão. Em todos os lugares eu era “chutado” pois não produzia nada.

Além disso eu ainda tinha problemas com minha dupla nacionalidade (greco-alemã). Eu não sabia quem eu era, nem a quem pertencia. Eu não era alemão, nem grego e me sentia bastante solitário no planeta. Eu sempre pensava: ninguém tem tanto azar como eu e todos tem vida melhor do que a minha.

Mais tarde, no final dos anos 70, quando os punks e os skinheads surgiram em Munique, me senti atraído por eles. Comecei a me informar sobre eles e decidi juntar-me aos skinheads (cabeças raspadas). Não interessava quem você era, o principal era ser desordeiro.

Despertou em nós a preferência por estádios de futebol. O que menos importava era o jogo em si, mas interessava o ambiente: a atmosfera, a ação, os excessos, etc. – tudo com certa covardia, porque normalmente éramos a maioria. Tudo começou a girar em torno do futebol, em minha vida – assim tornei-me um hooligan.

No início era muito legal, sem lei, sem trabalho e sem mais compromissos: simplesmente fazer o que eu queria. Mas com o tempo isso também deixou de ser novidade.

Eu também imaginava que não poderia ser assim para sempre. A vida não poderia se resumir a estádios e desordens.

Não havia mais perspectiva para meu futuro. A vida deveria ser algo mais do que eu havia experimentado até agora. Eu não tinha nenhuma vontade de terminar como diz na canção de Janis Joplin: “Viva uma vida breve, intensiva e morra jovem”. Eu queria ficar velho, ter uma família, etc.



Mas eu não fazia idéia como conseguir isso. Eu não tinha nada. Não tinha formação profissional, não concluí os estudos, sem habilitação de motorista, nem tinha lugar para morar. Eu ficava um dia em um lugar, outro dia em outro. Assim eu levava a vida, às vezes depressivo, outras vezes agressivo, dependendo da droga que havia tomado (haxixe ou álcool), mas sempre sem destino e sentido.

Antes de completar 18 anos fui preso após ter praticado um furto na rua. Fiquei 20 meses fora de circulação. Nesse período eu tive oportunidade de refletir. Após minha liberação eu queria começar vida nova.

Saí da prisão com novas idéias e motivações, porém, mal eu estava livre e já fui alcançado novamente pelo meu passado – eu era novamente o “velho”. Não, eu agora estava pior do que antes! Ouvindo as histórias de meus amigos sobre tudo o que havia acontecido nesse período, senti um desejo incrível de recuperar o “atraso” o quanto antes. Com isso, após cinco meses de liberdade, peguei mais 16 meses de xadrez.

Agora desapareceu a última fagulha de esperança de poder começar uma vida normal, novamente. Resolvi jogar fora os padrões morais quando saísse da prisão, para fazer tanta grana quanto pudesse, não interessava como iria consegui-la.



Eu estava cheio de andar por aí, feito idiota, com bolso e coração vazios e, por fim, ficar atrás das grades. Estava me afundando cada vez mais, mas, em meio aos meus novos planos, eu tive um encontro decisivo: Deus entrou em minha vida.

Toda vez que eu estava deitado em minha cela, pensando no futuro, eu tinha a sensação – como acontece em alguns sonhos – de estar despencando de uma montanha e, pouco antes de bater no fundo, acordava num sobressalto.

Essa cena aparecia muitas vezes até que, certo dia, houve uma mudança. Toda vez que me sentia caindo, eu não chegava mais até o fundo do abismo, mas aparecia um galho, que saía do barranco. Ele era suficientemente fino, para que eu pudesse agarrá-lo nele e suficientemente forte, para que pudesse me sustentar.

Segurei o galho e, com o embalo da queda, eu balançava para cima e para baixo. Toda vez que eu chegava no ponto mais baixo, havia uma gruta na montanha, na qual eu enxergava uma manjedoura com Jesus, com tudo mais ao redor. Confesso que não entendi nada. Alguns meses mais tarde, porém, eu percebi o que esse “sonho” significava.

Em todo o caso, comecei a meditar sobre Jesus, tentando lembrar-me das coisas que já tinha ouvido sobre Ele. Eu até orava, uma ou outra vez. A idéia e o desejo de conhecer a Deus foi crescendo, mas eu não sabia como isso poderia se realizar.

Deus me parecia estar muito longe e a Bíblia, para mim, era um livro com sete selos. Além disso eu não sabia se Deus se interessaria por mim. Em todo o caso, até agora eu tinha vivido contra os princípios de Deus e era dono do meu nariz.

Fui transferido para uma outra prisão e lá um dos encarregados me convidou para participar de uma reunião de estudo bíblico e eu aceitei. Ali eu aprendi muito sobre Deus e Seu filho Jesus Cristo. Descobri que somos pessoas pecadoras e que estamos maduras para alcançar o inferno. Para mim ficou claro que, se é que existe um Deus, o meu destino seria o inferno.

Mas também descobri algo grandioso, ou seja, que Jesus, o Filho de Deus, veio para pagar pelos nossos pecados na cruz. Uma obra total e completamente de graça para nós. Percebi também que, se eu quisesse, Ele me transformaria em uma pessoa renovada. Sobre isso eu queria saber mais e aceitei a Sua dádiva do perdão, pela fé. Eu orei convidando-O a entrar em minha vida e pedi que Ele me transformasse em uma nova pessoa. Após essa oração eu não senti nada de especial, nenhuma sensação ou algo “extra sensorial”. Mas eu senti que havia algo “diferente”, sem saber explicar o que era realmente.

O agente carcerário informou-me o endereço de uma igreja, que eu poderia freqüentar após minha liberação. Até hoje eu participo dela.

Sou grato ao meu Senhor Jesus Cristo pela minha vida, de todo o meu coração. Devo tudo a Ele: minha família (a esposa e dois filhos), minha profissão e tudo o mais que Ele me concede. O que eu julgava impossível, isso Ele realmente tornou possível. (Fonte: Extraido do livro Futebol – O Jogo da vida de Jean P. disponível em http://www.chamada.com.br/)

terça-feira, 19 de julho de 2011

Para salvar uma vida (To save a life)

ELES PEDEM SOCORRO


Ao assistir ao filme "Para salvar uma vida" todos nós refletimos o chamado de Jesus. Ele nos resgatou para sermos pescadores de homens mas muitas vezes os nossos interesses mesquinhos nos afastam de testemunhar até para os mais próximos. O que os colegas de estudo, trabalho ou de nossa vida particular vão pensar... Será que vou parecer aquele cara chato que só sabe falar de religião. Este filme nos mostra a necessidade de amar e dar atenção às pessoas: a necessidade de inclusão. As pessoas nas grandes cidades estão cada vez mais solitárias. Aqueles que já possuem caracteristicas introspectivas e são mais tímidos tem muita dificuldade.

Em sociedades como a Americana e até mesmo aqui no Brasil a cultura das tribos está cada vez mais definida e segmentada. Temos os plyboys, os nerds, a turma do skyte, do surf na praia, etc. Temos as tribus segmentadas socialmente dentro de condomínios de alto padrão contrastando com a turma da comunidade, etc. A televisão ao envés de romper barreiras as reforça criando mitos, ídolos e sonhos de consumo que apenas reiteram diferenças. Há certos tabus para fazer parte de certa turminha a começar pelo vocabulário. Certos grupos criam verdadeiros dialetos além da linguagem corporal da forma de se vestir, do lugar que se freqüenta, dos gostos musicais, etc. A adolecência uma fase de auto-afirmação do jovem é um período em que essas "diferenças" são mais exaltadas. Com isso muitos adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis a influências nefastas que podem criar toda série de vícios e maus costumes. Ao andar em verdadeiros bandos não respondem por seus atos e passam apenas a ser parte de uma massa que reage de maneira impulsiva e instintiva.

Porém muitos jovens devido a características introspectivas terminam não se submetendo às turmas das ruas. Mergulham no mundo individualista dos video-games, facebook, orkut, chats e games on-line. Passam a fazer parte das turmas virtuais das noites, da depressão, do isolamento e das sombras. Com valores corrompidos, carências e muitas vezes afastados do convívio social tornam-se personalidades que carecem e muito de uma verdadeira amizade. E é disso que o filme trata: as carências de convívio e afeto daqueles mais introspectivos. A falta de valores sólidos para os "enturmados" que apenas fazem de tudo para serem aceitos, alicersando suas vidas em falsos mitos de felicidade: um carro, uma garota ou garoto bonito, uma turma legal, etc. Quando o perdem sucumbe também o seu "Deus": aquilo que os torna felizes.

Se vc é uma dessas figuras, eu não sei se vc acredita em Deus. Não sei se vc crê que Jesus pode fazer a diferença em tua vida. Que ele pode ser um verdadeiro e grande brother. Não estou falando da religião de gente bitolada. Falo de alguem que é o filho de Deus e andou por essa terra. Na sua época não haviam carros mas haviam burrinhos. Não havia uma patricinha mas havia uma mulher samaritana. Não havia internet mas haviam cartas escritas. O mundo em que ele viveu não era assim tão diferente do nosso. Mas ele teve a maior turma que era fanzassa dele e que nem mesmo Madona, Mamonas, Ramones ou Metálica tiveram. As multidões o seguiam. Eles não iam para assistir um show de música. A música que ele tocava era outra. Era a música do universo que saciava a necessidade da galera da época. Era música para os ouvidos ouvir tudo o que ele sabia e que nos ensinava a ser feliz. De cinco pães e dois peixinhos comia toda uma multidão. A audiência era muito maior que o Big Brother. Quem tava numa deprê saia curado. Quem só queria ficar fissurado na Mary ou na farinha saia fissurado: mas Nele. Porque estava alí o maior brother de todos os tempos. ele quer ser o teu brother hoje. Chega junto dele e você poderá ouví-lo ainda hoje falar contigo. Ele está te convidando hoje para o seu show: vai ser inesquecivel. Acredite e compre hoje esse bilhete você não vai se arrepender.

Chega mais:

http://www.boladeneve.com/igrejas

http://www.youtube.com/watch?v=Df7gJ0NMu10&feature=fvsr

http://www.youtube.com/watch?v=nv7THaTqsJw


Veja esse testemunho IMPERDÍVEL:

http://www.youtube.com/watch?v=3cpSCKra9VA&feature=related

domingo, 10 de julho de 2011

A vara de Arão




“Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.
E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.” Daniel 7:13-14


“Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
Fala aos filhos de Israel, e toma deles uma vara para cada casa paterna de todos os seus príncipes, segundo as casas de seus pais, doze varas; e escreverás o nome de cada um sobre a sua vara.
Porém o nome de Arão escreverás sobre a vara de Levi; porque cada cabeça da casa de seus pais terá uma vara.
E as porás na tenda da congregação, perante o testemunho, onde eu virei a vós.
E será que a vara do homem que eu tiver escolhido florescerá; assim farei cessar as murmurações dos filhos de Israel contra mim, com que murmuram contra vós.
Falou, pois, Moisés aos filhos de Israel; e todos os seus príncipes deram-lhe cada um uma vara, para cada príncipe uma vara, segundo as casas de seus pais, doze varas; e a vara de Arão estava entre as deles.
E Moisés pôs estas varas perante o SENHOR na tenda do testemunho.
Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.
Então Moisés tirou todas as varas de diante do SENHOR a todos os filhos de Israel; e eles o viram, e tomaram cada um a sua vara.
Então o SENHOR disse a Moisés: Torna a pôr a vara de Arão perante o testemunho, para que se guarde por sinal para os filhos rebeldes; assim farás acabar as suas murmurações contra mim, e não morrerão.
E Moisés fez assim; como lhe ordenara o SENHOR, assim fez.
Então falaram os filhos de Israel a Moisés, dizendo: Eis aqui, nós expiramos, perecemos, nós todos perecemos.
Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do SENHOR, morrerá; seremos pois todos consumidos? “ Números 17:1-13
 

Percebemos que Moisés recebeu doze varas. Dozes varas que eram aos olhos carnais uma promessa de morte. Morte porque eram varas que haviam sido cortadas. As varas estavam em um local sêco, dentro do tabernáculo no deserto.

Porém o tabernáculo não era um local de sequidão espiritual mas sim de mananciais. Alí corriam as águas espirituais que vinham do trono de Deus que representam o Espírito Santo. No tabernáculo estava também o nutriente que provém da rocha, o alimento, o maná que desceu dos céus que representava a Jesus. Temos também a glória de Deus manifesta em uma luz gloriosa resplandescente. Aquela mesma luz que fez resplandecer o rosto de Moisés quando desceu do Monte Sinai. Vemos então que na verdade a vara tinha tudo para crescer e se desenvolver: a água do Espírito, o nutriente de cristo e a luz do Pai. Assim também é a vida daquele que crê em Deus e o busca como a planta busca o sol. Mesmo que a luz do sol e a luz da lua não resplandeçam ele terá o sol que nunca se põe: o sol da glória de Deus que vem brilhando sobre nós até chegar ao dia perfeito. Após o inverno e com o chegar da primavera o sol brilha mais e ele crê na luz e a luz se manifesta a ele em luz mais excelente a luz de cristo. Passa então a se admirar das excelentes flores que o pai lhe concedeu em amor. Assim como o lírios dos vales, que é um dos nomes de cristo, enche o vale com o aroma de Seu perfume. Aqueles que florescem em cristo já não são reconhecidos pelo seu odor mas exalam um perfume mais excelente o perfume de cristo. Esse perfume amoroso e precidoso atrai a outros a conhecerem o amor do pai manifesto em graça. E com as flores depois vêm os friutos do Espírito Santo: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Galatas 5:22b Como a videira que produz suculentas e deliciosas uvas que matam a fome e a sede nossa e de muitos assim a presença do Espírito Santo produz frutos que alimentam nossa alma e a de muitos. Permanecemos assim fortalecidos nEle e por Ele vivemos uma vida cheia de sua pleitude. Como varas inchertadas na videira produzimos: folhas, flores e frutos. Mas sem Jesus verdadeiramente nada poderíamos fazer e por isso nós o amamos e Ele nos ama e se manifesta a nós. E através destas manifestações muitos o conhecem pois já não nos vêm mas vem Ele refletido em nós.

Temos também que Arão veio a ser escolhido como sumo-sacerdote. Representando a Jesus no novo pacto de reconciliação de Deus com os homens. Neste novo pacto a presença de Deus não habitaria em templos mas em homens feitos templos de Deus. Para sinalizar essa promessa a vara de Arão representava a sua escolha como sumo-sacerdote por Deus e a promessa de um mais excelente pacto que viria através de Jesús o Messias. Mas a promessa foi sinalizada na vara de Arão fazendo-a produzir brotos, flores e frutos. Vemos que a vara produziu brotos ou seja folhas folhas que representam ao Pai que é vida e que captam a luz do sol e resplandecem assim como o rosto de Moisés resplandeceu a glória de Deus no Monte Sinai. A vara também produziu flores que representam a Jesus: o lírio dos vales, a rosa de Sarón. A flor é a esperança da promessa de receber o fruto. Mas quê fruto? O fruto do Espírito Santo. A vara de Arão representa também a vara inxertada na videira que é a presença do Filho e do Pai sem a qual nós as varas nada podemos fazer.


"Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará." Salmos 1:3