A Paz do Senhor Jesus!

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Uma história de amor – Rick e Dick Hoyt







Esta é a história de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho.

Rick é o mais velho dos três filhos de Dick Hoyt. Durante o parto, o cordão umbilical , se enrolou no pescoço de Rick, provocando danos irreversíveis por falta de oxigenação no cérebro. Rick não pode falar ou controlar os movimentos de seus braços e pernas.

“Os médicos disseram: ‘Livre-se dele. É melhor interná-lo. Ele vai ser um vegetal o resto da vida’. Nós choramos, mas decidimos tratá-lo como uma criança normal. Ele é o centro das atenções e está sempre incluído em tudo”, conta Dick Hoyt.

Rick sempre teve amor, mas ninguém sabia até que ponto ele conseguia absorver e entender o que se passava a sua volta. A escola achava que ele não tinha capacidade de aprender. Os médicos também.

“Mas aí nós pedimos para os médicos contarem uma piada, e Rick caiu na gargalhada.

Cientistas desenvolveram então um sistema de comunicação para Rick. Com o movimento lateral da cabeça, o único que consegue controlar, ele poderia escolher letras que passavam pela tela e, assim, lentamente, escrever palavras.

“Ele tinha 12 anos, e todo mundo estava apostando quais seriam as primeiras palavras da vida dele. Seriam ‘Oi, pai!’ ou ‘Oi, mãe!’?. Que nada! Ele disse: ‘Go, Bruins’, uma frase de incentivo ao Boston Bruins, time de hóquei”, conta Dick Hoyt

Rick participava de tudo. E foi assim que surgiu a idéia de correr.

“Um colega da escola sofreu acidente e ficou paralítico. Foi organizada uma corrida para arrecadar dinheiro para o tratamento. E Rick, através do computador, pediu: ‘Eu tenho que fazer algo por ele. Tenho que mostrar para ele que a vida continua, mesmo que ele esteja paralisado. Eu quero participar da corrida’”, lembra Dick Hoyt.

 Nós fizemos a prova inteirinha. Ao cruzarmos a linha de chegada, Rick tinha o maior sorriso que você já viu. E quando chegamos em casa, ele me disse, através do computador: ‘Pai, durante a corrida, eu sinto como se minha deficiência desaparecesse’. Ele se chamou de ‘pássaro livre’, porque então estava livre para correr e competir com todo mundo”.

Que pai não faria todo o esforço para levar tamanha felicidade a um filho? Dick começou a treinar, e eles resolveram participar de outras provas. Mas a recepção não foi boa.

“Ninguém falava com a gente, ninguém nos queria na corrida. Famílias de outros deficientes me escreviam e estavam com raiva de mim. Perguntavam: ‘O que você está fazendo? Procurando a glória pra você?’. O que eles não sabiam é que Rick é que me empurrava para todas as corridas”, conta Dick Hoyt.

E contra todos, eles foram em frente. Um ano depois, participaram da primeira maratona. Cinco anos mais tarde, veio a idéia do triatlo. Mas, para fazer triatlo com seu filho, Dick Hoyt tinha uma série de problemas para resolver.

Primeiro: equipamento. Não existia nada parecido no mercado. Todo o material de competição teve que ser desenvolvido. E a cada competição, Dick Hoyt tinha que chegar mais cedo para montar tudo.

Mas Dick Hoyt tinha um problema muito maior a resolver para poder fazer triatlo com o filho. Uma coisinha básica: ele não sabia nadar. Mudou-se para uma casa à beira de um lago e foi.

“Nunca vou esquecer o primeiro dia. Eu me joguei no lago e adivinha: afundei. Mas todo dia eu chegava do trabalho e tentava ir um pouquinho mais longe”, conta Dick Hoyt.

Entre o primeiro dia no lago e o primeiro triatlo, foram apenas nove meses. A questão da natação estava resolvida, mas Dick Hoyt ainda tinha mais uma dificuldade pela frente: já fazia um certo tempo que ele não montava numa bicicleta – desde os 6 anos de idade.

O ciclismo é a parte mais difícil para os Hoyt. A bicicleta deles é quase seis vezes mais pesada que a dos outros, sem contar o peso de Rick. Na subida, isso fica claro.

Do jeito deles, pai e filho enfrentaram os mais incríveis desafios. O mais impressionante: o Iron Man, no Havaí, o mais duro dos triatlos. São 3,8 mil metros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e uma maratona inteira no fim: 42,195 quilômetros de corrida. São mais de 13 horas de um esforço sobre-humano.

Desde 1980, foram seis edições de Iron Man, 66 maratonas e competições de diversos tipos. Pai e filho completaram 975 provas juntos. Jamais abandonaram uma sequer e nunca chegaram em último lugar.

Sempre com o mesmo final: público comovido, braços abertos e aquele mesmo sorriso enorme na linha de chegada.





 Ao ler esta história nos lembramos que nós também temos um pai assim que faz tudo pelos seus filhos. O nosso Deus é um pai que nos leva além de nossas capacidades. Ao olhar para nós ele vê ao seu filho Jesus e o que Ele realizou na cruz por nós. E tudo o que pedimos ao Pai em Seu Nome crendo, segundo a sua vontade, recebemos. E isso é maravilhoso!

Muitas e muitas vezes, buscando-o em oração nos lhe pedimos, e ele realiza milagres. Ele é assim: tem prazer e quer abençoar os seus filhos. Ele nos leva em barcos por mares desconhecidos. Prepara carruagens para vencermos montanhas. Empurra-nos com seus próprios braços até chegarmos à linha de chegada. Nos dá a coroa da vitória incorruptível.

Nos faz voar nas asas do seu Espírito Santo. Sentimos-nos como as águias voando com as asas da fé. A cada curva do caminho vemos uma placa que diz:” Nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus”. Ouvimos suas palavras que dizem: “Não temas porque eu te ajudo”. As suas mãos não tremem e ele nunca fica cansado. Fazendo a nossa parte com Ele a vitória é certa pois Ele completa todos os nossos desafios.

Com Ele sempre chegamos em primeiro em todas as corridas da vida porque nEle sempre já somos mais que vencedores. Obrigado Pai porque todos os dias de minha vida tu me sustentas e me livras, fortaleces, ajudas e me fazes mais que vencedor em Ti. Eu não sou merecedor desse amor, mas sei que tua graça me basta!

Se você pode acreditar então assista a esse nosso Pai MARAVILHOSO fazendo uma de suas filhas alcançar a vitória,

NÃO DEIXE DE ASSISTIR É IMPERDÍVEL: http://www.youtube.com/watch?v=VniX4t5K_2A&feature=related




"A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza." II Cor. 12:9a



"E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal." Marcos 5:34  


"Então disse Jesus ao centurião: Vai, e como creste te seja feito. E naquela mesma hora o seu criado sarou." Mateus 8:13














































sábado, 20 de agosto de 2011

Perigos finais para Israel


"Por isso, todos os que te devoram serão devorados; e todos os teus adversários serão levados, cada um deles para o cativeiro; os que te despojam serão despojados, e entregarei ao saque todos os que te saqueiam. Porque te restaurarei a saúde e curarei as tuas chagas, diz o Senhor; pois te chamaram a repudiada, dizendo: É Sião, já ninguém pergunta por ela" (Jr 30.16-17).

No período de tribulação que está por vir, Israel será abandonado por todas as nações gentias e não terá ninguém a quem recorrer... exceto ao Senhor. Apenas o Senhor Deus de Israel cuidará de Sião. Quando isso ocorrer na Tribulação, quando puder se voltar apenas ao Senhor, Israel se voltará para Ele. Será naquele momento que o Senhor resgatará Sua esposa que anteriormente era teimosa e desobediente. Entretanto, hoje vemos um número cada vez maior de ameaças no horizonte, que pretendem varrer Israel do mapa. Tenho uma predição a fazer: Israel não apenas sobreviverá, mas também renovará seu relacionamento com o Senhor e se tornará poderosamente usado por Ele nos dias porvir.

PERIGO NÚMERO UM

Os protestos do Dia da Nakba começaram com grande estardalhaço e o rompimento da fronteira síria pela primeira vez desde a Guerra do Yom Kippur em 1973. A observância que os árabes fazem do Dia da Nakba (que significa "catástrofe") é em 15 de maio a cada ano e ocorre no dia seguinte à celebração da Independência de Israel. No dia 15 de maio de 2011, os árabes se infiltraram pelas fronteiras de Israel em três lugares: nas Colinas de Golan, vindos da Síria e do Líbano, e na Faixa de Gaza. Além disso, houve importantes levantes na Judéia e em Samaria (a Margem Ocidental) e em Jerusalém.

A brecha na fronteira da Síria é vista como a maior das ameaças. As Forças de Defesa de Israel (FOI) foram pegas de surpresa à medida que os manifestantes forçaram uma cerca e penetraram em Israel. A cidade israelense de Majdal Shams foi assolada pelos refugiados vindos da Síria até que as FOI conseguiram levá-Ios de volta para a Síria. Pelo menos quatro árabes foram mortos e dezenas deles ficaram feridos. Na frente libanesa, outros quatro árabes foram mortos e onze ficaram feridos. Ali a FOI estava preparada para o ataque dos árabes. Esses levantes são temidos por muitos em Israel como sendo o início de uma terceira "intifada" (rebelião). Não há dúvida de que uma pressão intensa está sendo imposta a Israel, uma vez que o país está sendo pressionado por muitos lados.

PERIGO NÚMERO DOIS

No final de maio, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma viagem importante aos Estados Unidos, incluindo um encontro com a Casa Branca no dia 20 de maio. No dia 22 de maio, o presidente Obama fez um discurso sobre Israel e o Oriente Médio. Isso foi um dia antes de Netanyahu falar a cerca de 10 mil pessoas no encontro anual da AIPAC (Comitê EUA-Israel de Negócios Públicos), apresentando sua visão sobre como Israel deverá se portar à luz de tantos acontecimentos. Netanyahu também falou a uma sessão connjunta do Congresso no dia 23 de maio.

Havia uma preocupação de que o primeiro-ministro israelense não firmaria sua posição e que seria intimidado pelo governo Obama e pelo Departamento de Estado, a fim de desistir de parte do território de Israel em favor dos árabes. Bill Koenig, que dá cobertura jornalística à Casa Branca, disse: "Os líderes judeus ortodoxos locais com quem falei estão muito preocupados de que Netanyahu ceda em Washington. Eles estão muito decepcionados com a aprovação pública e a busca da solução de dois Estados por parte dele, o que, segundo crêem, foi uma violação da confiança e até mesmo uma "capitulação" diante da pressão dos EUA". [1] Todavia, até agora Netanyahu tem se mostrado decidido quanto a manter Jerusalém sob o controle de Israel. Mas, a pergunta que está no ar é o que o governo Obama, as Nações Unidas e a União Européia estão escondendo na manga. "Muitos nos bairros judeu, cristão e árabe da Cidade Velha crêem que, finalmente, ela ficará sob controle internacional, via Nações Unidas, em acordos futuros",[2] de acordo com Koenig.

PERIGO NÚMERO TRÊS

Muitas nações árabes e muçulmanas pretendiam enviar a Gaza a Flotilha 2, em um esforço para quebrar o bloqueio naval em torno de Gaza. No ano passado, a Flotilha 1 causou um grande incidente internacional quando Israel interceptou os navios para se certificar de que eles não estavam contrabandeando armas e mísseis para Gaza em sua luta contra Israel. O mundo condenou Israel uma vez que foram mortos alguns dos terroristas de um dos barcos, por atacarem brutalmente os israelenses quando estes estavam subindo a bordo para inspecionar o navio. Ao pensar nessa ameaça, juntamente com todos os eventos anti-israelenses que estão acontecendo, percebe-se toda a pressão extra sobre Israel aos olhos do mundo, num momento em que tantas outras coisas ameaçam a nação de Deus.

PERIGO NÚMERO QUATRO

Samantha Power, membro do Conselho de Segurança Nacional do governo Obama, e considerada a arquiteta da política de intervenção americana na Líbia, foi descrita assim por Stanley Kurtz:

Quem compartilha dos objetivos de política externa de Noam Chomsky? Quem é uma conselheira presidencial influente, a quem Tom Hayden, um revolucionário dos anos 1960, trata como companheira radical? Quem é uma funcionária da Casa Branca que escreveu um livro com o objetivo de transformar em herói popular um burocrata das Nações Unidas [Sérgio Vieira de Mello, que era] anti-americano, anti-israelense, inspirado no marxismo e amante do governo mundial? Samantha Power, diretora-sênior de assuntos multilaterais do Conselho de Segurança Nacional, e, talvez, a principal arquiteta da atual intervenção na Líbia, corresponde a todas descrições.

Essas "amostras" amedrontadoras podem ser descartadas como "pegadinhas" isoladas. Infelizmente, quando vemos esses afloramentos radicais na esfera total da obra de sua vida, Samantha Power emerge como o pesadelo de um patriota - uma mulher determinada a subordinar a soberania nacional da América a uma ordem internacional amplamente controlada por burocratas esquerdistas. Superficialmente, a preocupação principal de Power é colocar um fim no genocídio e nos "crimes contra a humanidade". Mais profundamente, o objetivo dela é usar ao máximo o horror por nós compartilhado pelo pior que os seres humanos podem cometer, a fim de instituir um regime cada vez mais amplo de governança transnacional redistributiva. [3]

Como Power crê que a força militar americana deveria ser usada em favor dos palestinos e contra Israel, alguns analistas acham que o motivo real da intervenção americana na Líbia foi estabelecer um precedente para uma intervenção final contra Israel a fim de impor uma solução àquele conflito. Isso estabelece o palco para o próximo perigo.

PERIGO NÚMERO CINCO

Uma das maiores ameaças dos últimos anos espreita em setembro de 2011, quando se espera que os palestinos declarem unilateralmente um Estado soberano com fronteiras não-negociadas. Espera-se que mais de 130 dos 192 países-membros das Nações Unidas apóiem o estabelecimento de um Estado palestino se o assunto for apresentado para votação pela Assembléia Geral em setembro vindouro. Alguns acreditam que os números podem chegar a 170 nações dando apoio a tal declaração. O que Israel fará ou deverá fazer se isso ocorrer? Esse fato provavelmente causaria tremendo caos em todo o Israel e no Oriente Médio, especialmente no Egito e em outros países naquela área que agora está sob controle mais radical.

Israel já foi aconselhado a fazer sua própria declaração unilateral em contraposição à dos palestinos, com fronteiras e territórios determinados. Outros sugerem a aceitação da declaração palestina e a transformação do conflito atual em uma guerra de fronteiras. Todavia, se a Palestina se tornar um Estado soberano aos olhos das Nações Unidas, dos EUA e da União Européia, o que é provável, qualquer incursão ao suposto território palestino resultará em sanções contra Israel e base para uma intervenção militar, como foi observado acima por Samantha Power, a consultora-chefe do presidente Obama para assuntos como este.

Você pode imaginar as forças militares americanas convocadas para se oporem e resistirem a Israel? Uma situação como essa seria um desastre. Penso que uma porcentagem significativa de tropas americanas se recusaria a participar de tal tarefa, criando assim um outro impasse.

CONCLUSÃO

As coisas estão se movendo com uma rapidez incrível em todo o mundo. Em acordo com os fatos relacionados a Israel, observamos o movimento em direção a um governo global ganhando força de todas as formas, todos os dias. Vemos uma cada vez maior fusão das economias nacionais em um sistema econômico global, estabelecendo as bases para o futuro governo temporário do Anticristo. A União Européia, que provavelmente é a preparação para o Império Romano Reavivado do Anticristo, continua a marchar adiante. O declínio do cristianismo evangélico americano em direção à apostasia, que é de tirar o fôlego, sem nenhum reavivamento em vista, continua a preparar o caminho para a falsa religião do Falso Profeta e do Anticristo.

Vemos alianças sem precedentes se desenvolvendo entre nações como Rússia, Irã e Turquia, que um dia atacarão Israel, de acordo com Ezequiel 38 e 39. Todas essas coisas estão acontecendo e se alinhando pela primeira vez na história, à medida que o mundo está sendo preparado para os eventos que explodirão dentro da história depois que o Arrebatamento tiver acontecido. Para muitos, a situação do mundo parece estar totalmente fora do alcance da influência de Deus, mas este não é o caso.

Não importa quão caóticas as coisas pareçam, sabemos pela Palavra de Deus que é Ele quem está no controle total do mundo. É o Senhor que permite que a humanidade decaída continue agindo, construindo seu próprio reino antes que Deus intervenha e estabeleça o reino dEle. A Bíblia afirma que o Reino de Deus será governado por um carpinteiro judeu, Jesus de Nazaré. O Reino de Deus será administrado por meio de judeus salvos, da nação de Israel e da cidade de Jerusalém. Quando vemos as ameaças e as angústias que Israel está enfrentando hoje, também podemos estar confiantes de que o Deus de Israel irá triunfar no final. Israel não será destruído corno esperam seus inimigos - em vez disso, Israel irá prosperar! Maranata. (Pre- Trib Perspectives apud Noticias de Israel Agosto de 2011, ano 33 nº 8)

Thomas Ice é diretor-executivo do Pre- Trib Research (enter em lynchburg, VA (EUA). Ele é autor de muitos livros e um dos editores da Bíblia de Estudo Profética.


Notas:

1. Bill Koenig, boletim "Koenig's Eye View from the White House" [A Visão de Koenig a Partir da Casa Branca], 13 de maio de 2011, www.wotch.org.
2. Koenig, boletim, 13 de maio de 2011.
3. Stanley Kurlz, "Samantha Power's Power: On the ideology an Obama adviser," [O Poder de Samantha Power: Sobre a ideologia de uma consultara de Obama] National Review Online, 5 de abril de 2011.

sábado, 13 de agosto de 2011

Carta de pai para filho

Filho sinto saudades apesar de te ter tão perto te sinto tão longe. Teu coração meu filho já não se lembra mais de teu pai. Tantas foram as coisas que tentei te ensinar mas parece que rejeitas a maioria delas. Muitas outras coisas gostaria de te mostrar e dar porém tu nunca tens tempo para mim. Andas por caminhos que nunca te ensinei e te negas a andar pelos que te tenho mostrado. Tenho te tentado falar de minha preocupação contigo de várias maneiras. Quando tua saúde, familia, trabalho ou mesmo você não vai bem lembra-te das palavras de teu Pai e que ele te ama.



Meu filho por te amar não poderia tentar te poupar de tuas próprias escolhas porem te exorto a mudar todas as vezes que posso. Meu filho não quero que me ames não por falta de opção ou por medo. Também não quero que teu amor seja forçado e não sincero. Desde quando eras pequeno optastes por te afastar de mim. Eu, por respeitar tua decisão, me afastei um pouco, mas não de todo. Apesar de nem te lembrares direito quero que, pelo menos hoje no meu dia, saibas que tens um Pai e que ele te ama. Eu vou adiante de ti e tenho deixado vários sinais neste lugar que tu chamas de terra para que saibas que te amo. Tenho até mandado o teu irmão mais velho pagar algumas dívidas junto a certos credores inescrupulosos... Mas fiz isso um segredo guardado dentro de teu coração como uma chave. Busca somente o teu irmão mais velho, quando o encontrares naquele lugar marcado por uma cruz, então me encontrarás. Mas isso só se quiseres saber. Se realmente quiseres te reencontrar comigo. Se tu realmente me amas e se realmente quiseres ter uma nova vida e reencontrar tua verdadeira família...



Então meu filho, pela manhã bem cedinho, quando os pássaros cantam e a brisa suave sopra peço que abras as portas de teu coração e me deixes entrar. Busca-me em intimidade porque certamente irais me encontrar o dia que me abrires a porta de teu coração e me pedires para entrar. Então também entregarás a mim a chave da porta de tua alma e terás descanso em Mim. Quando negares a ti mesmo por amor a Mim abrindo mão de todo o teu entendimento.


 

-Háaa se pudesses crer... E se hoje não consegues... pede a mim para que venhas a poder! Sinceramente!!!

Filho conto os dias para que saibas quem teu verdadeiro pai É, e TUDO o que tenho preparado para ti. APENAS CREIA EM MIM!!!


Ass: ABA PAI
e não deixe de ver este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=6jIxSSvc67A






sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Motivos para agradecer




Todos nós temos motivos para agradecer a Deus. O simples fato de estarmos vivos já é um motivo de agradecimento. Termos saúde, um lar, uma família, um emprego também podem ser motivos de gratidão.


Mas o que é difícil é agradecer a Deus e confiar mesmo quando não entendemos. Quando a fé enfraquece e o sonho parece impossível. Quando uma doença incurável é diagnosticada. Quando alguém muito querido falece inesperadamente. Quando nasce um filho com deficiência. Quando um acidente provoca uma paralisia. Quando ocorre uma perda abrupta do emprego de toda uma vida. Quando aquilo que você pede a Deus por anos não se realiza.

Nesses momentos temos que parar e orar, meditar na sua palavra e nos recordar de tudo o que ele nos disse e ensinou. E crer incondicionalmente que ele é: santo, perfeito, soberano, amoroso, misericordioso, justo juiz e os seus caminhos são mais altos que os nossos caminhos. Mas se tudo falhar podemos ainda recordar e saber que ele nos amou de uma maneira que ninguém seria capaz de nos amar. E em nós e apesar de nós o seu poder tem se aperfeiçoado. Não em nossas capacidades mas naquilo em que dependemos dele para fazer e dizemos: Abba Pai!!!


Assista, ao lindo vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=5zcPbeYHEgg

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Quem abençoa Israel...


Um muro cercava os guetos juudeus durante o Terceiro Reich. Durante décadas, um muro passou pelo meio da capital alemã (Berlim) e parte dos alemães estava aprisionada em um imennso gueto (a Alemanha Oriental, comunissta, durou 40 anos - mera coincidência?). Nazistas obrigaram judeus a atirar em seus irmãos judeus. Mais tarde, nas fronnteiras entre as duas Alemanhas, alemães foram obrigados a atirar em outros aleemães. Judeus tiveram de se esconder de alemães, e mais tarde alemães tiveram de se esconder de judeus. Coincidência? Ou será que por trás disso existe um princípio divino que condiciona toda a história da humanidade?

A Bíblia, e também a História mundial, está perpassada por um princípio: o indiivíduo e o povo que fazem o bem ao povo judeu são abençoados (por Deus). Mas quem faz o mal aos membros desse povo recebe de volta o mal. Deus disse a Abraão e a todo o povo de Israel: "Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem" (Gn 12.3).

Por que acontece isso? Israel, diz a Bíblia, foi escolhido por Deus como um povo que deveria servir a Ele e aos outros de uma forma especial. Deus vê Israel como a menina do Seu próprio olho (Zc 2.8), ou seja, Israel é especialmente importante para Deus. Isso não quer dizer que tudo o que os judeus/israelenses/o Estado de Israel fazem é sempre correto, mas Deus não anula as promessas que fez a Seu povo escolhido, Israel.

E os cristãos? Por Jesus, e crendo que Ele é a reconciliação pelos nossos pecados, temos acesso ao Deus de Israel e recebemos a mesma vocação de servir a Deus e aos homens.

Na Carta aos Romanos o apóstolo Paulo nos exorta, como cristãos, a não nos elevarmos sobre o povo de Israel, mesmo que sua maioria não tenha aceitado a Cristo (Rm 11.18). Segundo Paulo, deveríamos antes fazer o povo judeu ficar com ciúmes através do nosso amor (v.ll).A Igreja fez o contrário muitas vezes - mas Deus sempre concede uma nova chance.

MALDIÇÃO E BÊNÇÃO NA BÍBLIA

Comecemos com um exemplo de bênção: no livro do Gênesis lemos acerca de Potifar, comandante da guarda egípcia, que fez do judeu José seu principal mordomo: 'o Senhor abençoou o eglpcio por causa de José" (Gn 39.5; veja Gn 30.27). Por José servir a Potifar, Deus abençoou esse homem. Mais tarde, a terra do Egito inteira foi abençoada através de José quando este ajudou o povo a superar uma crise de fome (Gn 41).

O livro do Êxodo fala de um tempo em que o Egito havia esquecido a bênção que José tinha trazido para o país. O relato diz que o Faraó egípcio escravizava e tentava aniquilar o povo judeu. Ordenou que se afogassem todos os bebês judeus meninos (Êx 1.15ss.). Mas, o que aconteceu? O extermínio dos primogênitos egípcios por meio do anjo de Deus (Êx 12.29). Mais tarde, quando os egípcios perseguiam o povo de Israel, acabaram morrendo afogados. Exatamente a mesma maldição com que haviam amaldiçoado os bebês judeus, a morte por afogamento, caía agora sobre eles.

Não muito depois desse acontecimento, Amaleque guerreava contra Israel. Nessa ocasião o método de exterminar Israel era a guerra. Alguns séculos mais tarde, a mesma maldição tocou para Amaleque: Saul passou por Amaleque guerreando (1 Sm 15.1-3;6). Aos queneus, que viviam sob Amaleque, Saul ordenou que se afastassem rapidamente para não serem envolvidos na guerra. Os queneus não haviam lutado contra Israel; tinham abençoado o povo juudeu (veja Nm 10.29-32; os queneus eram uma tribo midianita).

Uma evidência muito óbvia do princípio "bênção e maldição" é encontrada no livro de Ester. Hamã foi erguido à posição de funcionário público mais proeminente. Todos dobravam seus joelhos diante dele; apenas o judeu Mordecai se negou, uma vez que não se inclinava diante de outro ser humano (Et 3.1-6). O irado Hamã fez duas coisas: tentou conseguir que o povo judeu inteiro fosse exterminado e mandou levantar uma forca onde Mordecai deveria ser morto (Et 5.13ss.). O que aconteceu? Hamã foi enforcado justamente na forca que mandara levantar para o judeu Mordecai (Et 7.9). Então os judeus foram salvos e mataram seus inimigos.

No livro do profeta Joel lemos acerca de um juízo divino onde apenas a maneira de lidar com o povo judeu é que decide a sentença. Deus diz: ': .. e ali entrarei em juízo contra elas por causa do meu povo e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam por entre os povos, repartindo a minha terra entre si" (fi 3.2). Vemos o mesmo princípio em ação. Essa declaração acerca da divisão da terra de Israel lembra um evento histórico do ano de 1947: a Palestiina daquela época foi dividida pelas Nações Unidas (por "todas as nações", Jl 3.1) em uma parte jordaniana (Margem Ocidental) e uma parte israelense. Isso poderia trazer conseqüências negativas?

Deus diz a Seu povo Israel em Isaías 49.25: "Eu contenderei com os que contendem contigo .. ." Quem luta contra Israel, inclusive com palavras, coloca-se em risco de um dia vir a ser chamado à responsabilidade por Deus. Uma olhada para o Novo Testamento mostra a eficácia e o cumprimento inquebrantável desse mesmo princípio. Nos Evangelhos lemos de apenas dois gentios servindo a Jesus. Ambos tinham um bom conhecimento da posição de Israel dentro do plano divino. A mulher siro-fenícia cuja filha foi curada sabia que lhe cabiam apenas as migalhas que caíam da mesa e que o pão cabia aos judeus (Mc 7.24ss.). Acerca do centurião romano cujo servo foi curado por Jesus está escrito que isso lhe aconteceu "porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga" (Lc 7.5). E acerca do primeiro gentio a quem foi pregado o Evangelho de Jesus está escrito que era “piedoso e temente a Deus com toda a sua casa e que fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus ... O centurião Cornélio, homem reto e temente a Deus e tendo bom testemunho de toda a nação judaica ... " (At 10.1,22). Será que foi por coincidência que o primeiro gentio a servir a Jesus e o primeiro gentio a aceitar a fé cristã tinham ambos um profundo amor pelo povo judeu? Paulo exorta os cristãos gentios em Roma a não se gloriarem contra os judeus. Ele diz que isso poderia ter como conseqüência que eles, representados na figura da oliveira, fossem quebrados como ramos (Rm 11.18-22).

Encontramos a aplicação concreta e exata desse princípio espiritual tanto na História quanto na Bíblia:

MALDIÇÃO E BÊNÇÃO NA HISTÓRIA

Antigamente, a Espanha detinha um império muito grande e uma economia forte, especialmente devido à sua frota, a Armada. Em 1492 foi publicado o decreto real que deportava todos os judeus da Espanha. Com os judeus foram embora do país os sábios, os doutores e banqueiros. A economia espanhola ruiu e a Armada acabou derrotada na batalha marítima contra a Inglaterra, provavelmente devido a uma grande tormenta. A Espanha, que havia expulsado os judeus, foi expulsa de todas as terras que um dia possuiu. O mesmo se vê em relação à Inglaterra, que tratou muito bem os judeus no início do século passado, mas que durante a Segunda Guerra Mundial, por medo de perder suas boas relações com os árabes, fez uma reviravolta e reduziu drasticamente a permissão de entrada de judeus em Israel. Nos anos seguintes, a Inglaterra perdeu muito território, inclusive a Índia e o canal de Suez.

A Alemanha também fornece um exemplo muito evidente da aplicação desse princípio de bênção e maldição: depois da Segunda Guerra Mundial, o chanceler alemão Konrad Adenauer prometeu pagar reparações aos judeus, mesmo com a situação ' econômica difícil. A Alemanha Ocidental experimentou então o chamado "milagre econômico". A Alemanha comunista, por sua vez, negou até 1986 ter qualquer culpa ou dívida para com os judeus.

Em 1967, quando as nações árabes atacaram Israel, Nasser jurou jogar os judeus ao mar, ou seja, enxotá-Ios de seu país, lançando-os no Mediterrâneo. Mas foram os egípcios que tiveram de fugir pelo Canal de Suez. O rei Hussein jurou expandir suas fronteiras, mas estas foram "expandidas" na direção oposta.

A maneira da Rússia e dos Estados Unidos lidarem com Israel e com seu destino também demonstra a validade desse princípio; a América é considerada amiga de Israel, enquanto a Rússia apoiou regularmente os países árabes com o envio de armamentos e, por muito tempo, não deixou os judeus emigrarem.

Zacarias 12.2-3 e 14.1-4 descreve que, no final dos tempos, todas as nações se levantarão contra Jerusalém e que Cristo voltará para destruí-Ias pessoalmente. A política atual já nos lembra repetidamente das palavras "cálice de tontear": "Eis que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor. .. farei de Jeerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente ... " (lc 12.2ss.). Há cem anos, quem teria imaginado que alguém se interessaria politicamente por Jerusalém dessa maneira? Jerusalém era uma cidade pequena nos limites do Império Otomano que despertava o interesse apenas de alguns poucos peregrinos e cientistas. Mas hoje essa profecia poderia se cumprir a qualquer momento.

Justamente porque a Bíblia promete que todo o mundo se voltará contra Israel e contra os judeus, é tão importante que nós cristãos saibamos o que a Escritura diz sobre Israel e sua eleição, para que não nos "conformemos com este século" mas "nos transformemos pela renovação da nossa mente" (Rm 12.2). (Fonte: Israel und wir Christen, Andreas Hornung, CKV Lüübeck,1998 citado por Noticias de Israel Julho de 2011, ano 33, nº 07).