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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Uma história de amor – Rick e Dick Hoyt







Esta é a história de um pai que nunca desistiu de lutar pela felicidade do filho.

Rick é o mais velho dos três filhos de Dick Hoyt. Durante o parto, o cordão umbilical , se enrolou no pescoço de Rick, provocando danos irreversíveis por falta de oxigenação no cérebro. Rick não pode falar ou controlar os movimentos de seus braços e pernas.

“Os médicos disseram: ‘Livre-se dele. É melhor interná-lo. Ele vai ser um vegetal o resto da vida’. Nós choramos, mas decidimos tratá-lo como uma criança normal. Ele é o centro das atenções e está sempre incluído em tudo”, conta Dick Hoyt.

Rick sempre teve amor, mas ninguém sabia até que ponto ele conseguia absorver e entender o que se passava a sua volta. A escola achava que ele não tinha capacidade de aprender. Os médicos também.

“Mas aí nós pedimos para os médicos contarem uma piada, e Rick caiu na gargalhada.

Cientistas desenvolveram então um sistema de comunicação para Rick. Com o movimento lateral da cabeça, o único que consegue controlar, ele poderia escolher letras que passavam pela tela e, assim, lentamente, escrever palavras.

“Ele tinha 12 anos, e todo mundo estava apostando quais seriam as primeiras palavras da vida dele. Seriam ‘Oi, pai!’ ou ‘Oi, mãe!’?. Que nada! Ele disse: ‘Go, Bruins’, uma frase de incentivo ao Boston Bruins, time de hóquei”, conta Dick Hoyt

Rick participava de tudo. E foi assim que surgiu a idéia de correr.

“Um colega da escola sofreu acidente e ficou paralítico. Foi organizada uma corrida para arrecadar dinheiro para o tratamento. E Rick, através do computador, pediu: ‘Eu tenho que fazer algo por ele. Tenho que mostrar para ele que a vida continua, mesmo que ele esteja paralisado. Eu quero participar da corrida’”, lembra Dick Hoyt.

 Nós fizemos a prova inteirinha. Ao cruzarmos a linha de chegada, Rick tinha o maior sorriso que você já viu. E quando chegamos em casa, ele me disse, através do computador: ‘Pai, durante a corrida, eu sinto como se minha deficiência desaparecesse’. Ele se chamou de ‘pássaro livre’, porque então estava livre para correr e competir com todo mundo”.

Que pai não faria todo o esforço para levar tamanha felicidade a um filho? Dick começou a treinar, e eles resolveram participar de outras provas. Mas a recepção não foi boa.

“Ninguém falava com a gente, ninguém nos queria na corrida. Famílias de outros deficientes me escreviam e estavam com raiva de mim. Perguntavam: ‘O que você está fazendo? Procurando a glória pra você?’. O que eles não sabiam é que Rick é que me empurrava para todas as corridas”, conta Dick Hoyt.

E contra todos, eles foram em frente. Um ano depois, participaram da primeira maratona. Cinco anos mais tarde, veio a idéia do triatlo. Mas, para fazer triatlo com seu filho, Dick Hoyt tinha uma série de problemas para resolver.

Primeiro: equipamento. Não existia nada parecido no mercado. Todo o material de competição teve que ser desenvolvido. E a cada competição, Dick Hoyt tinha que chegar mais cedo para montar tudo.

Mas Dick Hoyt tinha um problema muito maior a resolver para poder fazer triatlo com o filho. Uma coisinha básica: ele não sabia nadar. Mudou-se para uma casa à beira de um lago e foi.

“Nunca vou esquecer o primeiro dia. Eu me joguei no lago e adivinha: afundei. Mas todo dia eu chegava do trabalho e tentava ir um pouquinho mais longe”, conta Dick Hoyt.

Entre o primeiro dia no lago e o primeiro triatlo, foram apenas nove meses. A questão da natação estava resolvida, mas Dick Hoyt ainda tinha mais uma dificuldade pela frente: já fazia um certo tempo que ele não montava numa bicicleta – desde os 6 anos de idade.

O ciclismo é a parte mais difícil para os Hoyt. A bicicleta deles é quase seis vezes mais pesada que a dos outros, sem contar o peso de Rick. Na subida, isso fica claro.

Do jeito deles, pai e filho enfrentaram os mais incríveis desafios. O mais impressionante: o Iron Man, no Havaí, o mais duro dos triatlos. São 3,8 mil metros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e uma maratona inteira no fim: 42,195 quilômetros de corrida. São mais de 13 horas de um esforço sobre-humano.

Desde 1980, foram seis edições de Iron Man, 66 maratonas e competições de diversos tipos. Pai e filho completaram 975 provas juntos. Jamais abandonaram uma sequer e nunca chegaram em último lugar.

Sempre com o mesmo final: público comovido, braços abertos e aquele mesmo sorriso enorme na linha de chegada.





 Ao ler esta história nos lembramos que nós também temos um pai assim que faz tudo pelos seus filhos. O nosso Deus é um pai que nos leva além de nossas capacidades. Ao olhar para nós ele vê ao seu filho Jesus e o que Ele realizou na cruz por nós. E tudo o que pedimos ao Pai em Seu Nome crendo, segundo a sua vontade, recebemos. E isso é maravilhoso!

Muitas e muitas vezes, buscando-o em oração nos lhe pedimos, e ele realiza milagres. Ele é assim: tem prazer e quer abençoar os seus filhos. Ele nos leva em barcos por mares desconhecidos. Prepara carruagens para vencermos montanhas. Empurra-nos com seus próprios braços até chegarmos à linha de chegada. Nos dá a coroa da vitória incorruptível.

Nos faz voar nas asas do seu Espírito Santo. Sentimos-nos como as águias voando com as asas da fé. A cada curva do caminho vemos uma placa que diz:” Nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus”. Ouvimos suas palavras que dizem: “Não temas porque eu te ajudo”. As suas mãos não tremem e ele nunca fica cansado. Fazendo a nossa parte com Ele a vitória é certa pois Ele completa todos os nossos desafios.

Com Ele sempre chegamos em primeiro em todas as corridas da vida porque nEle sempre já somos mais que vencedores. Obrigado Pai porque todos os dias de minha vida tu me sustentas e me livras, fortaleces, ajudas e me fazes mais que vencedor em Ti. Eu não sou merecedor desse amor, mas sei que tua graça me basta!

Se você pode acreditar então assista a esse nosso Pai MARAVILHOSO fazendo uma de suas filhas alcançar a vitória,

NÃO DEIXE DE ASSISTIR É IMPERDÍVEL: http://www.youtube.com/watch?v=VniX4t5K_2A&feature=related




"A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza." II Cor. 12:9a



"E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal." Marcos 5:34  


"Então disse Jesus ao centurião: Vai, e como creste te seja feito. E naquela mesma hora o seu criado sarou." Mateus 8:13