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domingo, 9 de dezembro de 2012

Historia do Catolicismo


Prefácio

Dos muitos caminhos que conduzem ao Inferno, o mais palmilhado tem sido o das falsas religiões e seitas! Os falsos profetas existem e não são poucos (Mt 24.11a). Eles iludem a muitos (Mt 24.11b), e os ludibriados por eles vão com eles para o Inferno (Mt 15.14). Pesa, portanto, sobre os ombros dos verdadeiros cristãos, a árdua (embora sublime) missão de identificá-los, adverti-los, denunciá-los e desmascará-los. E tudo isto por amor: por amor a eles, às suas vítimas, à Igreja, e, sobretudo, por amor ao Senhor Jesus Cristo que nos confiou a semeadura da Palavra de Deus. É com estes nobres sentimentos__a consciência do dever e um profundo amor__que elaboramos este livro que o caro leitor ora nos dá a honra de apreciar.
      O único padrão que nos permite aferir com precisão uma doutrina religiosa, é a Bíblia. Por isso nos estribamos unicamente nela, enquanto procedemos a análise do Catolicismo...

    Caríssimo leitor, não permita que o preconceito o impeça de examinar todo este livro, pois é com muito amor e com todo o respeito que os católicos merecem que exteriorizamos aqui nossa sincera opinião acerca do Catolicismo. Logo, este livro não é uma crítica gratuita, tampouco um desabafo de um protestante revoltado. Enquanto redigimos estas linhas, as lágrimas nos vêm aos olhos. São lágrimas do amor cristão, que devem caracterizar todos os servos de Deus...

Como e Quando Surgiu o Catolicismo

      Quando o Senhor Jesus veio ao mundo, já existiam muitas religiões: Budismo, Confucionismo, Hinduísmo, Zoroastrismo, o paganismo greco-romano e outras. Muitos dos religiosos de então acreditavam em muitos deuses como Minerva, Diana, Baco, etc. Em meio a essas trevas tão medonhas raiou a luz, a saber, Jesus. A maioria o rejeitou, mas milhares creram nEle, surgindo assim o que Ele chamou de Igreja, isto é, o conjunto dos seus discípulos. Inicialmente os discípulos de Jesus se organizaram em igrejas locais e independentes. Daí lermos na Bíblia: A igreja que está em Filadélfia, a igreja que está em Laudicéia, a igreja que está em Éfeso, etc., como se pode ver nos capítulos 2 e 3 do Apocalipse. Claro, esta independência era relativa, visto que confraternização e cumplicidade nunca faltaram entre os verdadeiros cristãos. A união que havia entre os cristãos de então, especialmente até o início do Século II, era similar à que há hoje entre as diversas denominações evangélicas: somos independentes e divergentes, mas unidos, cúmplices e convergentes em Cristo. Mais tarde, visando dificultar a infiltração de heresias na Igreja, os cristãos tiveram a brilhante idéia de se organizar em forma de uma federação de igrejas, semelhantes às convenções de hoje: CBB, CBN, CGADB, etc., à qual deram o nome de Igreja Católica, isto é, Igreja Universal. Ainda bem cedo, esta associação mundial de igrejas passou a ser supervisionada por cinco bispos eleitos entre os demais: O Bispo de Roma, o de Jerusalém, o de Antioquia, o de Constantinopla e o de Alexandria. Algum tempo após, o Bispo da igreja que estava em Roma assumiu a liderança dessa união de igrejas (Robert Hastings Nichols. História da Igreja Cristã. páginas 47-49, 63-64). Foi a essa união de igrejas que, no início do 4º século, o Imperador Constantino adotou (de fato, e não de direito) como religião oficial* do Império Romano. Ao fazer isso, esse Imperador, além de pôr fim às perseguições que há 4 séculos diversos imperadores romanos vinham promovendo contra a Igreja, concedeu à referida associação de igrejas, inúmeras vantagens patrimoniais, financeiras e morais. A igreja “oficial” veio, pois, a ser a religião da moda, de status, rentável. E, partir daí, o Cristianismo tornou-se desejável a muitos dos que antes o rejeitavam. Assim, muitos pagãos interesseiros se tornaram cristãos de fachada.
      Vejamos algumas transcrições que corroboram a exposição acima:
A. Rui Barbosa, famoso expoente da nossa cultura, escreveu sobre esse casamento da Igreja com o Império Romano, casamento este que se deu sob a influência do ímpio Constantino, que matou a esposa, o filho, seu cunhado e dois de seus sobrinhos. Disse o Dr. Rui: “O imperador não batizado” [ele se refere a Constantino] “recebe o título de bispo exterior, julga e depõe bispos; convoca e preside concílios; resolve sobre dogmas. Já não era mais esta, certo, a igreja dos primeiros cristãos. Estes repeliriam como sacrilégio as monstruosas concessões ao odioso absolutismo dos imperadores, as homenagens ao déspota que se ensangüentou com a morte de dois sobrinhos, do cunhado, do filho e da mulher, e que, enquanto recebia reverência nas basílicas cristãs, aceitava adoração como Deus nos templos do paganismo. Adquiriu a Igreja influência temporal; mas a sua autoridade moral decresceu na mesma proporção; de perseguida tornou-se perseguidora; buscou riquezas, e se corrompeu; derramou sangue, para impor silêncio à heterodoxia; e, sujeitando o espírito à letra, iniciou esse formalismo, que foi o primeiro sintoma de sua decadência, e se não se suprimir, por uma reforma que a aproxime da sua origem, há de ser a causa final de sua ruína” (Rui Barbosa. O Papa e o Concílio, 3ª edição. Elos. Rio de Janeiro/RJ, página 24. Citado por Hernandes Dias Lopes, em O Papado e o Dogma de Maria. Hagnos, São Paulo/SP. 1ª edição, 2005, página 63);
B. O horroroso quadro acima exposto por Rui Barbosa, piorou, quando “Logo após o reinado de Constantino, seu filho decretou a pena de morte e o confisco de propriedade, para todos os adoradores de ídolos...” (Jesse Lyman Hurlbut. História da Igreja Cristã. Editora Vida, 8ª impressão de 1995, página 80). (Esse gesto arrogante [Refiro-me à intolerância religiosa] também foi praticado por “Santo” Agostinho, defensor de várias heresias (sucessão apostólica, salvação através da referida associação intitulada Igreja Católica, predestinação, mariolatria, oração pelas almas dos mortos, sincretismo entre Cristianismo e paganismo, etc.), das quais algumas fazem parte do Catolicismo até hoje. Sim, Agostinho, embora tenha ensinado muitas coisas boas, foi, entretanto, suficientemente estulto para sancionar o uso da força imperial para obrigar os donatistas a retornarem à Igreja Católica (Cf.: Robert Hastings Nichols. História da Igreja Cristã, op. cit. página 61);
C. O Imperador Teodósio I deu continuidade à intolerância religiosa encabeçada pelo referido filho de Constantino, a saber, Constantino II, O Jovem (História da Igreja Cristã, op. cit. páginas 83-84);
D. Também na obra intitulada História das Religiões, de Chantepie de La Saussaye, editada pela Editorial “Inquérito” Ltda, Lisboa/Portugal, edição de 1940, consta que “Teodósio... suprimiu o culto pagão em todos os lugares e de maneira absoluta. Os ... funcionários receberam por toda a parte ordem de perseguir o culto pagão; os cristãos fanáticos tiveram toda a liberdade de o combater pela violência. Assim desapareceu o paganismo...” (páginas 819-820);
E. E a junção dessas duas coisas (as regalias que a partir de Constantino foram conferidas às igrejas confederadas, somadas ao triste fato de que essa associação de igrejas tornou-se religião imposta pela força imperial) fizeram desse “cristianismo” a religião da maioria. Mas essa maioria era cristã apenas nominalmente. No fundo, eles eram apenas pagãos disfarçados de cristãos. Esses falsos cristãos fizeram o sincretismo do paganismo com o Cristianismo, implantando no seio da mencionada associação de igrejas, o culto aos santos e a Maria, bem como outras inovações, donde surgiu o que hoje conhecemos pelo nome de Catolicismo. Sim, leitor, "Depois que o Cristianismo se impôs e dominou em todo o império, o mundanismo penetrou na igreja e fez prevalecer seus costumes” (Jesse Lyman Hurlbut,. História da Igreja Cristã. São Paulo: Editora Vida, 8ª edição, 1995, página 83);
F. Exatamente em alusão à mistura de que tratamos aqui, ocorrida a partir de Constantino, afirmou o Pastor J. Cabral: “Podemos considerar que aquele momento marcou o início do catolicismo romano” (Religiões, Seitas e Heresias, Universal Produções _ Rio de Janeiro/RJ, 4ª edição, 3ª tiragem, 2000, página 80);

G. Sim, foi inspirando-se no paganismo que surgiu o culto aos santos, aos anjos e à Maria (Dulia e Hiperdulia) até hoje praticado pela Igreja Católica. O Pastor Ralph Woodrow, acima citado registrou: A fim de aumentar o prestígio do sistema eclesiástico apóstata, os pagãos foram recebidos dentro das igrejas independente da regeneração pela fé, e foram permitidos abertamente reter seus signos pagãos e símbolo” (Babilônia: a Religião dos Mistérios, página 51).

Podemos provar que os chefões da Igreja Católica sabem que o que afirmamos acima é a expressão da verdade e dão fé. Senão, vejamos estes exemplos:

Primeira prova) “Tornou-se fácil transferir para os mártires cristãos as concepções que os antigos conservaram concernente aos seus heróis. Esta transferência foi promovida pelos numerosos casos nos quais os santos cristãos tornaram-se os sucessores das divindades locais, e o culto cristão suplantou o antigo culto local. Isto explica o grande número de semelhanças entre deuses e santos” (Enciclopédia Católica [Em inglês],Volume 9, páginas 130 e 131, art. “Legends”. Citado em Babilônia: a Religião dos Mistérios, de Ralph Woodrow, Associação Evangelística, página 35).

Segunda prova) Referindo-se ao assunto em questão, diz o Padre Luiz Cechinato“...Os Batismos eram dados em massa. Ser cristão tinha virado moda. A igreja ganhava na quantidade e perdia na qualidade. De pequenas comunidades, a Igreja passou a ser multidão” (Os Vinte Séculos de Caminhada da Igreja, página 77, 4ª edição, Editora Vozes, 2001).

Terceira Prova. Tenho em meu poder uma apostila elaborada pela Escola Pastoral Catequética da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que também confirma, à página 32, o que aqui denunciamos. Veja: “A Igreja sai das perseguições e encontra liberdade. Isso é facilitado pela chegada do Imperador Constantino, que não só dá liberdade à Igreja, mas a torna religião oficial com o Edito de Milão. A Igreja fica muito ligada ao poder temporal. Os povos conquistados assumiam a fé da Igreja. Muita coisa surgiu de errado, quando o poder temporal passou a mandar em certos setores da Igreja, ou então quando as autoridades da Igreja se uniam aos poderes temporais” (Não cito aqui o título da obra porque a mesma não foi intitulada. Grifo nosso). É uma pena que se “esqueceram” de registrar que:

1) Os erros que surgiram nos dias de Constantino são perpetuados pela Igreja Católica até os nossos dias;

2) Tais erros se avolumam cada vez mais;

3) A “Igreja” que emergiu de tal barafunda não se caracteriza como Igreja de Cristo.

      O paganismo foi adaptado ao Cristianismo da seguinte maneira:

a)    Sabe-se que os politeístas tinham (e têm) um deus para cada coisa, bem como para cada país e cidade e, às vezes, até para cada rua. E é porque existe uma “igreja” que se casou com o paganismo que São Jorge é o padroeiro da Inglaterra, Nossa Senhora Aparecida é a padroeira do Brasil, Nossa Senhora de Guadalupe é a padroeira da América (e em particular, do México), São Sebastião é o padroeiro do Rio de Janeiro, etc. E quem nunca ouviu falar de Santo Antônio casamenteiro, São Cristóvão condutor dos motoristas, São Longuinho das coisas perdidas, Santa Luzia oftalmologista, Santa Edwiges dos endividados, etc.?;

b)   Os pagãos ajoelhavam diante das estátuas de seus deuses, e rogavam suas bênçãos. Era crença comum de que os deuses rogavam a *Zeus pelos seus devotos. Como bem o disse também o erudito Pastor Abraão de Almeida, os pagãos recorriam aos semideuses, pois criam que os mesmos intercediam aos deuses pelos seus pedintes (Abraão de Almeida, Babilônia, Ontem e Hoje, CPAD _ Casa Publicadora das Assembléias de Deus _, 4ª edição, 1984, páginas 57-63). É por isso que os católicos, prostrados ante as estátuas de seus “santos”, imploram: “Rogai por nós”. Geralmente os católicos fazem isso sem conhecimento de causa, mas a verdade solene é que essa nunca foi uma prática genuinamente cristã. Para se chegar a essa conclusão, basta ler a Bíblia. Nesta encontramos, com a devida aprovação de Deus, que nós, os vivos, oremos uns pelos outros. Logo, eu posso orar por você, bem como pedir a você que ore por mim, mas esta cumplicidade tem que cessar tão logo um de nós dois parta deste mundo. Não há nenhum registro bíblico de um servo de Deus pedindo ao seu irmão que morrera, que rogasse por ele. Logo, não foi lendo a Bíblia que o clero católico aprendeu a rezar aos seus ídolos chamados santos. Certo defensor do Catolicismo disse-me que os católicos não oram aos santos , e sim com os santos, porém, é inegável que pedem aos espíritos dos que já morreram que roguem por eles e que isso nunca foi praticado pelos servos de Deus, segundo a Bíblia. Ademais, se eles realmente não rogam aos santos, e sim, com os santos, devem dizer também que não oram a Deus, e sim, com Deus. Isso é brincadeira.

c)    Segundo alguns autores, até mesmo algumas estátuas dos deuses do paganismo foram adotadas pelos “cristãos” paganizados (ou melhor, pelos pagãos “cristianizados”), como, por exemplo, a estátua do deus júpiter, que até hoje se faz passar por São Pedro, na famosa Basílica de São Pedro; o deus Baco que teve seu nome trocado por São Baco; e a estátua da deusa Diana que tornou-se estátua de Nossa Senhora. Estas denúncias constam da obra Roma Sempre a Mesma, da autoria do ex-Padre Hipólito Campos, e do livro “Será Mesmo Cristão o Catolicismo Romano?”, de autoria do Pastor Hugh P. Jeter, publicado pela Editora Betel, 2ª impressão / 2000. Este diz à página 73: “O édito de tolerância de Constantino, que tornou o cristianismo, a religião preferida, atraiu a afluência de milhares de adeptos das religiões pagãs. Essas pessoas foram portadoras de muitas de suas crenças, superstições e devoções pagãs. Sua adoração a Ísis, Isthar, Diana, Atena, etc. foi transferida a Maria. Dedicaram-lhe estátuas e se ajoelharam diante delas, orando como haviam feito antes às deusas pagãs. ÀS IMAGENS DE SEUS ANTIGOS DEUSES ERAM DADOS AGOARA NOMES DE SANTOS (Grifo nosso).

d)    Há quem diga ainda que a estátua de bronze do deus júpiter foi derretida e reaproveitada na confecção da estátua de São Pedro;

e)    O historiador Severino Vicente da Silva, professor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), disse: “As deusas celtas foram absorvidas pela figura de Maria. Onde houve anteriormente à chegada do cristianismo um culto mais organizado em torno de uma divindade feminina, Maria surge como uma intermediária entre as culturas que se chocam” (revista Galileu, editada pela Editora Globo, dezembro de 2003, nº 149, página 22);

f)      Ainda segundo consta da página 23 da revista Galileu supracitada, a historiadora Claudete Ribeiro de Araújo, do Centro de Estudos de História da Igreja na América Latina, afirmou que “o culto mariano nasceu ...como substituto da adoração à Grande Mãe, uma figura que pode ser encontrada em várias religiões e culturas pagãs” (Ênfase acrescentada);

g)    “Tudo o que ele” (isto é, o paganismo) “continha, quanto a elementos vivos, passara ao cristianismo, que, desde então, abundantemente provido de pensamentos e de fórmulas greco-romanas, se encontrava em condições de desempenhar a sua missão no mundo” (História das Religiões, op. cit. Página 820);

h)    Referindo-se à fusão do Cristianismo com o paganismo, fusão esta que redundou no que hoje conhecemos pelo nome de Catolicismo Romano, diz a obra Série Apologética: “Dessa forma, o culto aos santos e a Maria substituiu o dos deuses e deusas do paganismo” (ICP _ Instituto Cristão de Pesquisas _, Volume I, página 74).

i)     O erudito Pastor José Gonçalves, professor de grego e hebraico, membro da Comissão de Apologia da CGADB _ Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil _, à página 15 do Mensageiro da Paz _ Órgão oficial das Assembléias de Deus _, novembro de 2005, nº 1.446, referindo-se ao culto a Maria disse: “Um fato relevante a ser destacado é que essa doutrina, com suas diferentes versões, era desconhecida dos cristãos primitivos. Até mesmo os teólogos católicos romanos reconhecem esse fato”. E a seguir, como prova de sua afirmação, transcreve do livro O Culto a Maria Hoje, publicado pela Edições Paulinas (editora católica), o seguinte: [...]“Não podemos dizer que a veneração dos santos _ e muito menos a da Mãe de Cristo _ faça parte do patrimônio original” (Citado também na Bíblia Apologética, ICP Editora, página 102, nota sobre Êx. 20: 4-5 que, por sua vez, também nos reporta ao livro O Culto a Maria Hoje, 3ª edição de 1980, página 33, Edições Paulinas [editora católica], cujo autor principal é o senhor Wolfgang Beinert).

      A afirmação acima, constante da última transcrição, não é herética, mas nos leva às seguintes reflexões:

1ª) não se harmoniza com o que foi definido solenemente durante o Concílio do Vaticano II (cujas decisões estão em pleno vigor, já que, depois disso não houve outro Concílio Ecumênico), visto que, nesse Sínodo, referindo-se ao culto a Maria se disse com todas as letras: “Este culto ... sempre existiu na Igreja ... (Concílio do Vaticano II, Editora Vozes, 29ª edição/2000, página 111, § 66);

2ª) se a veneração dos santos e da mãe de Cristo, não faz parte do “patrimônio original”, então os apóstolos não possuíram esse “bem”. E, sendo assim, podemos dispensar as testemunhas, visto que o réu confessou o crime;

3ª) Será que essas contradições não se destinam a fazer com que o dito fique pelo não dito, exatamente para nos confundir? Pensem nisso os sinceros!

      Do que vimos até aqui, certamente está claro que podemos responder à pergunta “Como e Quando Surgiu o Catolicismo?”, que deu título a este tópico, dizendo que o Catolicismo é o resultado de uma fusão do Cristianismo com o paganismo. O Catolicismo é obra dos “cristãos” inovadores do quarto século da Era Cristã, como demonstramos acima. Não é possível sabermos o exato momento em que a a sobredita associação de igrejas se descaracterizou como uma igreja de Cristo, visto que o Diabo foi entrando devagar, ou seja, sua degeneração se deu progressivamente. Hoje, porém, não pode haver dúvida de que essa comunidade não é cristã, na verdadeira concepção do termo. O Catolicismo é paganismo gospel. O Catolicismo é cristianismo paganizado, ou melhor, paganismo “cristianizado”.

Fonte: SANTANA, Joel Pr. ANÁLISE BÍBLICA DO CATOLICISMO ROMANO. Rio de Janeiro, 2007.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Um encontro com Jesus




“Conheci certa vez uma garota de dezoito anos que estava grávida. Ela ainda não tinha aceitado Jesus como seu Senhor e Salvador. No decorrer de sua gravidez aconteceram problemas que apressaram a chegada da criança, prematuramente, aos sete meses. Alguns dias antes do nascimento, ela teve um sonho, na qual ela morria na sala do parto. Comecei a repreender essa possibilidade e a orar sobre a vida dela. Deus me mostrou que ela não morreria, apesar do bebê não vir a sobreviver.



Quando chegou o dia do parto, minha amiga entrou em coma profundo e o bebê morreu, exatamente como Deus havia me mostrado. Continuei a orar pela vida dela e, quando ela finalmente saiu do coma, voltou com uma ótima notícia: Ela teve um encontro com Jesus enquanto estava em coma, e entregou sua vida a ele durante essa experiência. E, glórias a Deus, hoje ela tem um bom relacionamento com Deus e tem uma linda nova vida em Cristo.” 

A Raquel, que conta esse testemunho, é ainda adolescente, mas exerce uma grande influência entre suas amigas da escola e tem consciência da necessidade de levá-las a se encontrarem com Cristo e fazerem dele o Senhor de suas vidas. Junto com seu irmão e outros jovens crentes, tem um grupo de estudos bíblicos que funciona durante o intervalo das aulas. 

O testemunho dela nos incentiva a sair do anonimato e agir com ousadia em fé e confiança no poder de Deus. Se nos colocarmos a disposição de Deus e assumirmos a nossa posição em Cristo diante dos outros, grandes coisas irão acontecer. Você já falou de Jesus a alguém hoje?

RB(Comentado) apud calendário de 2013 do Programa de Intercessão Missionária da JMM.