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domingo, 10 de julho de 2011

A vara de Arão




“Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.
E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.” Daniel 7:13-14


“Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
Fala aos filhos de Israel, e toma deles uma vara para cada casa paterna de todos os seus príncipes, segundo as casas de seus pais, doze varas; e escreverás o nome de cada um sobre a sua vara.
Porém o nome de Arão escreverás sobre a vara de Levi; porque cada cabeça da casa de seus pais terá uma vara.
E as porás na tenda da congregação, perante o testemunho, onde eu virei a vós.
E será que a vara do homem que eu tiver escolhido florescerá; assim farei cessar as murmurações dos filhos de Israel contra mim, com que murmuram contra vós.
Falou, pois, Moisés aos filhos de Israel; e todos os seus príncipes deram-lhe cada um uma vara, para cada príncipe uma vara, segundo as casas de seus pais, doze varas; e a vara de Arão estava entre as deles.
E Moisés pôs estas varas perante o SENHOR na tenda do testemunho.
Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.
Então Moisés tirou todas as varas de diante do SENHOR a todos os filhos de Israel; e eles o viram, e tomaram cada um a sua vara.
Então o SENHOR disse a Moisés: Torna a pôr a vara de Arão perante o testemunho, para que se guarde por sinal para os filhos rebeldes; assim farás acabar as suas murmurações contra mim, e não morrerão.
E Moisés fez assim; como lhe ordenara o SENHOR, assim fez.
Então falaram os filhos de Israel a Moisés, dizendo: Eis aqui, nós expiramos, perecemos, nós todos perecemos.
Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do SENHOR, morrerá; seremos pois todos consumidos? “ Números 17:1-13
 

Percebemos que Moisés recebeu doze varas. Dozes varas que eram aos olhos carnais uma promessa de morte. Morte porque eram varas que haviam sido cortadas. As varas estavam em um local sêco, dentro do tabernáculo no deserto.

Porém o tabernáculo não era um local de sequidão espiritual mas sim de mananciais. Alí corriam as águas espirituais que vinham do trono de Deus que representam o Espírito Santo. No tabernáculo estava também o nutriente que provém da rocha, o alimento, o maná que desceu dos céus que representava a Jesus. Temos também a glória de Deus manifesta em uma luz gloriosa resplandescente. Aquela mesma luz que fez resplandecer o rosto de Moisés quando desceu do Monte Sinai. Vemos então que na verdade a vara tinha tudo para crescer e se desenvolver: a água do Espírito, o nutriente de cristo e a luz do Pai. Assim também é a vida daquele que crê em Deus e o busca como a planta busca o sol. Mesmo que a luz do sol e a luz da lua não resplandeçam ele terá o sol que nunca se põe: o sol da glória de Deus que vem brilhando sobre nós até chegar ao dia perfeito. Após o inverno e com o chegar da primavera o sol brilha mais e ele crê na luz e a luz se manifesta a ele em luz mais excelente a luz de cristo. Passa então a se admirar das excelentes flores que o pai lhe concedeu em amor. Assim como o lírios dos vales, que é um dos nomes de cristo, enche o vale com o aroma de Seu perfume. Aqueles que florescem em cristo já não são reconhecidos pelo seu odor mas exalam um perfume mais excelente o perfume de cristo. Esse perfume amoroso e precidoso atrai a outros a conhecerem o amor do pai manifesto em graça. E com as flores depois vêm os friutos do Espírito Santo: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Galatas 5:22b Como a videira que produz suculentas e deliciosas uvas que matam a fome e a sede nossa e de muitos assim a presença do Espírito Santo produz frutos que alimentam nossa alma e a de muitos. Permanecemos assim fortalecidos nEle e por Ele vivemos uma vida cheia de sua pleitude. Como varas inchertadas na videira produzimos: folhas, flores e frutos. Mas sem Jesus verdadeiramente nada poderíamos fazer e por isso nós o amamos e Ele nos ama e se manifesta a nós. E através destas manifestações muitos o conhecem pois já não nos vêm mas vem Ele refletido em nós.

Temos também que Arão veio a ser escolhido como sumo-sacerdote. Representando a Jesus no novo pacto de reconciliação de Deus com os homens. Neste novo pacto a presença de Deus não habitaria em templos mas em homens feitos templos de Deus. Para sinalizar essa promessa a vara de Arão representava a sua escolha como sumo-sacerdote por Deus e a promessa de um mais excelente pacto que viria através de Jesús o Messias. Mas a promessa foi sinalizada na vara de Arão fazendo-a produzir brotos, flores e frutos. Vemos que a vara produziu brotos ou seja folhas folhas que representam ao Pai que é vida e que captam a luz do sol e resplandecem assim como o rosto de Moisés resplandeceu a glória de Deus no Monte Sinai. A vara também produziu flores que representam a Jesus: o lírio dos vales, a rosa de Sarón. A flor é a esperança da promessa de receber o fruto. Mas quê fruto? O fruto do Espírito Santo. A vara de Arão representa também a vara inxertada na videira que é a presença do Filho e do Pai sem a qual nós as varas nada podemos fazer.


"Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará." Salmos 1:3