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sábado, 30 de junho de 2012

Estrela da manhã



“Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.”  Apocalipse 22:16

No dia de ontem assisti um programa que falava sobre o universo. É extraordinário saber como estrelas com massa dez vezes, ou mais, a massa do Sol, tem a capacidade de produzir novos elementos químicos. Em sua fase inicial a partir do hidrogênio produzem o carbono e o oxigênio. Devido à massa elevada, o peso das camadas superiores reforça a contração do núcleo de carbono e oxigênio, retomando o aumento da temperatura para valores muito mais elevados que irão permitir a fusão do carbono. Novos elementos são gerados tais como o néon, o sódio, o magnésio, o alumínio e o silício libertando mais energia. Após esta fase, os novos aumentos de temperatura tornam possíveis as fusões do néon e do silício. Assim, vão sendo produzidos, sucessivamente, os elementos mais pesados, adquirindo a estrela uma estrutura em camadas, tal como uma cebola, com temperaturas decrescentes no sentido da superfície.

 Ocorrem vários processos de fusão, contudo, a formação do ferro pela fusão do silício começa a marcar o limite da fornalha nuclear. Enquanto todos os processos de fusão até ao ferro libertam energia, a produção de elementos mais pesados que o ferro consomem energia (nas centrais nucleares a energia é obtida, não pela fusão mas pela cisão de núcleos de urânio – cisão ou fissão nuclear), pelo que, quando a estrela atinge um núcleo maciço de ferro, verifica uma situação de ruptura. A estrela comprime-se e aquilo que era comparativamente do tamanho do planeta Terra passa a ter o tamanho de uma cidade como de Nova York. Em poucos instantes elementos transférricos são criados mediante este processo. Metais como o cobre, o níquel, a prata e o ouro. O impressionante é que o tempo no qual este processo se leva a cabo é de tão somente poucos segundos! Agora entendemos  por que são tão caros: podem ser criados unicamente durante os raros momentos antes da explosão de uma estrela. O colapso agora é inevitável. A súbita parada na libertação de energia, no coração da estrela, gera uma onda de choque que se propaga às regiões exteriores, provocando sua explosão (supernova). Com a explosão estes metais e outros elementos formados no coração da estrela são espalhados pelo universo.

                Hoje de manhã ao orar me lembrei da minha estrela da manhã. Jesus também um dia, há mais de 2000 anos, explodiu em amor.

No Gólgota, a pedra que os edificadores rejeitaram recebeu o peso do pecado de todos os homens pecadores de todos os tempos que o receberam como Senhor e Salvador de suas vidas. Naquele momento o Pai se ausentou do Filho. Jesus clamou: “Pai porquê me abandonastes?” A consciência da pressão do sofrimento desse momento de ausência do Pai já o haviam feito suar sangue no jardim do Jetsêmeni. A ausência do Pai é que mais o desafiou. Naquele momento na cruz do calvário ele estava cumprindo a lei de Moisés e criando não novos elementos químicos mas novas preciosas vidas regeneradas nEle. Algo muito mais poderoso que a fissão nuclear estava ocorrendo. Jesus sendo do tamanho de Deus assumiu a pequena forma de homem para vencer a condenação do homem. Naquela incrível fornalha estava sendo quebrada a intransponível barreira que separava milhões de homens e mulheres ao longo de milhares de anos da presença do Pai. As barreiras do espaço e do tempo já haviam caído. Naquele momento se concentraram sobre Jesus o peso do pecado que levava milhões à morte. Vozes e orações da alma que clamavam por um salvador e remidor ecoaram pela eternidade. Homens e mulheres chegavam dos confins do mundo e lavavam agora as suas vestes no sangue do cordeiro.



Ali estão nascendo novos filhos de Deus: vasos de barro mas que levavam dentro de si algo muitíssimo mais precioso. Algo mais precioso para Deus que o ouro. Recebiam novos nomes e eles eram escritos no livro da vida com seu sangue carmesim. O nome de todos aqueles que foram separados pelo Pai para terem a eterna salvação.

Então Jesus clama: “Pai a ti entrego o meu espírito.” Nesse momento o coração de Jesus explode em temperatura muito superior ao trilhão de graus célcius da explosão de uma supernova. A explosão ilumina os céus da eternidade. Algo ainda mais inimaginável. Algo que somente pode ser abarcado pela fé.
Levado pelo vento do Espírito Santo seu amor percorre os céus ultrapassando aos barreiras do espaço e do tempo. Nada pode deter sua mensagem. Ela é a prova da existência de Deus. Alí foi consumado o plano de Deus para a salvação da humanidade. Para todos aqueles que o aceitaram. Hoje e até o fim dos séculos podem ver nos céus de suas almas essa brilhantíssima luz que alumia as noites mais densas. Ele é a estrela da manhã em nossas vidas. Jesus aquele que morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

“Olharam para ele, e foram iluminados; e os seus rostos não ficaram confundidos.”  Salmos 34:5