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domingo, 13 de maio de 2012

Pergunta: Deus existe?



Profecias bíblicas

O antigo testamento foi escrito em um peródo que vai aproximadamente de 1450 a.C, como o caso do livro de Génesis a cerca do ano de 430 a.C., como no livro de Malaquias. Sendo de inspiração divina um dos mandamentos dados ao povo judeu foi a não adulteração da mensagem passada ao longo de muitas gerações. Havia um zelo muito grande no guardo e transcrição dos manuscritos da Torá que somente era realizado por pessoas e circunstâncias muito controladas.
O antigo testamento foi escrito por diversos homens inspirados por Deus. Uma das maiores provas de que sua inspiração é divina é sua infalibilidade na predição das características da vinda do Messias.
A palavra “Messias” significa “Ungido”, nome dado ao Libertador prometido que viria algum dia ao povo de Israel como seu grande Salvador, Redentor, “ungido” como Profeta, Sacerdote e Rei da parte de Deus.
Uma das características de Deus é sua oniciência e onipotência. Deus TUDO sabe e TUDO pode. Mas Deus em sua infinita sabedoria prefere operar na criação e na vida dos homens segundo seus propósitos e sua palavra. Em Isaías 44:7-8 Ele declara: “Quem há, como eu, feito predições...Que o declare e o exponha perante mim! Que esse anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir! Não vos assombreis, nem temais; acaso, desde aquele tempo não vo-lo fiz ouvir, não vo-lo anunciei? Vós sois as minhas testemunhas...” .

Profecias Mesiânicas

Quais são os critérios proféticos para que os aspirantes à messianidade se qualifiquem como o Cristo de Deus, o Salvador de toda a humanidade.
“Ele deveria ter nascido em Belém (Mq 5:2); ser da tribo de Judá (Gn 49:10); ser da linhagem do rei Davi (Is 11:1); ter nascido de uma virgem (Is 7:14); realizar milagres (Is 35:4-6); morrer pelos pecados do mundo (Is 53:5,6,10); permanecer três dias e três noites na sepultura (Jn 1:17); resuscitar dentre os mortos (Sl 16:10).”¹

Somente Jesus preenche todos os requisitos

“Daniel nos dá a data exata em que o Messias entraria em Jerusalém para ser proclamado Rei de Israel (Dn 9:25). Zacarias nos conta que Ele viria montado num jumento (Zc 11:12); o traidor seria um amigo (Sl 41:9). Zacaria prediz que Ele ficaria silencioso perante os seus acusadores e seria afligido e cuspido por eles (Is 53:7; Is 50:6). Moises indicou que ele seria crucificado (Dt 21:22-23). O salmista nos fala que a multidão presente á sua crucificação iria escarnecer e zombar dEle, sacudindo suas cabeças à Sua vista (Sl 22:7-8; Sl 109:25); que seus amigos olhariam de longe (Sl 38:11); que soldados lançariam sorte pelas roupas dEle (Sl 22:16-18); que para matar Sua sede Lhe ofereceriam vinagre (Sl 69:21); Suas mãos e seus pés seriam transpassados (Sl 22:16); nenhum de Seus ossos seria quebrado (Sl 34:20); as palavras exatas que Ele diria ao Pai são registradas (Sl 22:1; Sl 31:5).
Zacarias escreve que o Seu lado seria furado (Zc 12:10). Isaías declara que Ele morreria entre ladrões (Is 53:9-12) e que seria sepulatado na sepultura de um homem rico (Is 53:9). Além disso, Isaías nos dá as razões pelas quais o Filho de Deus foi para a cruz: Ele foi ‘...moído pelas nossas iniqüidades’; ‘...o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos’; ‘quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado...’ (Is 53:5,6,10).”¹

Contradição Inconsistente?

“Obviamente teria sido ridículo que Jesus se deixasse crucificar, a fim de convencer um pequeno bando de seguidores incultos e ineptos de que Ele era o Cristo. De fato, nem seus discípulos nem qualquer outro judeu, inclusive João Batista, poderia crer (embora as provas fossem claras, conforme Cristo sempre explicou) que o Messias seria crucificado. Pelo contrário sua morte até pareceu uma prova de que Ele não era o Messias, cumprindo, assim, as profecias referentes à sua crucificação, ao pé da letra, como Ele o fez, não sendo esse o meio de adicionar o que se seguiria. De fato, a morte de Cristo em cumprimento da Sagrada Escritura foi para pagar a penalidade dos nossos pecados.
A profecias referentes à sua morte (Salmo 22:16; Isaías 53:5; 8:10; Zacarias 12:10, etc.) eram evitadas pelos judeus como mistérios impenetráveis, pois pareciam totalmente acidentais em relação a outras profecias declarando claramente que o Messias subiria ao trono de Davi e governaria um reino magnífico. Como poderia o Messias estabelecer um reino de paz sem fim (Isaías 9:7) e ainda ser rejeitado e crucificado pelo seu próprio povo? Parecia impossível. E mesmo quando Jesus explicou esse fato ao correr do tempo, ninguém conseguiu entendê-lo. Mas haveria a ressurreição para abrir os olhos deles.”³

Além de Um Mero Homem

“Sim, houve algumas profecias com as quais Jesus de Nazaré poderia ter conspirado com Judas ou outros para realizar. A maior parte das profecias, contudo, estava além do controle de um mero homem. Por exemplo, nascer em Belém, da semente de Davi, era um dos principais requisitos para o Messias. O tempo do nascimento do Messias, também, conforme profetizado, estava além da influência de qualquer mortal comum. Seu nascimento teria de acontecer antes do "cetro se arredar de Judá" (Gênesis 49:10) enquanto o templo ainda estivesse de pé (Malaquias 3:17), enquanto os registros genealógicos ainda estivessem disponíveis para provar a sua linhagem (2 Samuel 7:12; Salmos 89, etc.) e antes do Templo e Jerusalém serem destruídos (Daniel 9:26). Havia apenas uma estreita faixa de tempo durante a qual o Messias poderia vir... E Ele veio. Como o apóstolo Paulo, um ex-rabino, expôs de maneira eloqüente; "Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei" (Gálatas 4:4). Agora já é tarde demais para que o Messias realize sua primeira vinda. Só pode haver uma segunda vinda, como a Bíblia declara. Mesmo assim os judeus aguardam a primeira vinda do que eles pensarão ser o Messias, mas que na realidade será o Anticristo.
O cetro de Judá foi arredado, desde cerca do ano 7, quando os rabinos perderam o direito de executar a pena de morte. Esse direito era crucial para a prática de sua religião, porque a morte era a penalidade para certas ofensas religiosas. Quando Pilatos disse aos judeus que nada tinha a ver com Jesus, e que eles mesmos o julgassem, os judeus responderam: "A nós não nos é lícito matar ninguém" (João 18:31). O Messias teria de nascer antes que tal poder fosse perdido e teria de morrer logo depois, para não morrer apedrejado, que era o modo de execução dos judeus, enquanto o dos romanos era a crucificação. Incrivelmente sua crucificação fora profetizada séculos antes que este meio de execução fosse conhecido:"Traspassaram-me as mãos e os pés" (Salmos 22:16) .
Obviamente, também, o Messias teria de nascer enquanto ainda existissem os registros genealógicos, ou não haveria prova alguma de que Ele descendesse de Davi. Esses arquivos se perderam com a destruição do Templo em 70 d.C., acontecimento que tanto Daniel como Cristo profetizaram (Mateus 24:2). Desde então seria tarde demais para o Messias vir, embora a maioria dos judeus ainda aguarde o seu primeiro advento. Por outro lado, os cristãos aguardam a segunda vinda, a qual também foi profetizada pelos profetas judeus.”³

Cumprimentos Incríveis

“Se Jesus tivesse conspirado para realizar as profecias, Ele também teria levado Pilatos a condenar os dois ladrões a serem crucificados com Ele, em cumprimento de Isaías 53:9. Ele também teria de saber quais os soldados que estariam de serviço, a fim de os levar a dividir suas vestes e "deitarem sorte sobre sua túnica" (Salmos 22:18), a dar-lhe a beber vinagre misturado com fel (Salmos 69:21), a traspassar seu lado com uma lança (Zacarias 12:10), em vez de lhe quebrar as pernas, como era o costume, mas que não poderia ser feito ao Messias (Êxodo 12:46; Salmos 34:20) .
Onde os rabinos também tomaram parte na conspiração? Foi porque eles pagaram a Judas exatamente 30 moedas de prata pela traição, conforme profetizado em Zacarias, tendo sido esse dinheiro usado para comprar um "campo de oleiro" para sepultar estrangeiros, quando Judas o arremessou aos pés do templo, também profetizado em Zacarias 11:13? ? E por que eles o crucificaram exatamente quando os cordeiros pascais estavam sendo mortos em todo o Israel, em cumprimento de Êxodo 12:6? O cenário da Conspiração de Páscoa se mostra incrivelmente ridículo, quanto mais é examinado.
Onde Jesus iria conseguir dinheiro para pagar a multidão que o acompanhou a Jerusalém, saudando-o como o Messias, quando ele montava um jumento - o último animal que se esperaria fosse escolhido para ser montado por um rei, precisamente como fora profetizado em Zacarias 9:9? Era Nisen 10 (06/04), 32 d.C., o dia exato que os profetas haviam declarado que esse incrível evento iria acontecer - 483 anos até o dia (69 semanas de ano, conforme Daniel 9:25 havia profetizado), em que Neemias, no vigésimo ano do reinado de Artaxerxes Longimanus -(ª C. 465-425), tinha recebido (em Nisan 1, 445 ª C.) autorização para reconstruir Jerusalém (Neemias 2:1)! O cumprimento por Jesus destas e outras profecias messiânicas nos mínimos detalhes não pode ser nem de longe explicado.”³

Corpo Faltando. Túmulo vazio

“Além do mais, se Jesus tivesse tido sucesso na "conspiração" para ser crucificado na data exata daquele tempo que fora profetizado - apesar da determinação dos rabinos ao contrário - (Mateus 26:5; Marcos 14:2),- Jesus ainda teria de ressuscitar dos mortos. Nenhuma "Conspiração de Páscoa", não importa quantos conspiradores estivessem envolvidos, poderia executá-lo. Uma ressurreição de mentira não teria sido suficiente para os seus seguidores propagarem o Cristianismo. Somente se Ele morreu e ressuscitou teriam eles motivo e coragem para proclamar o Seu Evangelho, em face das perseguições e martírios.
Os soldados romanos não dormiam em serviço. Se o tivessem feito enquanto os discípulos furtaram o corpo, eles teriam sido crucificados no dia seguinte, e também assim os discípulos pelo crime de quebrar o selo no túmulo. E se os discípulos tivessem furtado o corpo e de algum modo o mantido em lugar secreto, por que iriam eles morrer por uma mentira? Eles eram tão covardes que nenhum deles teria desejado morrer pelo que haviam crido ser a verdade. Mesmo assim, quase todos eles morreram como mártires, declarando até o fim que eram testemunhas oculares da ressurreição de Jesus. Nenhum deles tentou salvar a própria vida em troca da revelação do lugar onde o corpo havia sido escondido. Simplesmente não existe maneira de explicar um inegável túmulo vazio, exceto pela ressurreição.
O Hinduísmo, o Budismo, o Islamismo e nenhuma outra religião do mundo pode ter a pretensão de afirmar que o seu líder ainda está vivo. Para o Cristianismo, contudo, a ressurreição é o coração do evangelho. Se Cristo não ressuscitou dos mortos, então tudo não passa de uma fraude. Não mandou Jesus os seus discípulos seguirem para as longínquas Sibéria e África do Sul, a fim de pregar a sua ressurreição? Ele os mandou começar por Jerusalém, onde, se Ele não tivesse ressuscitado dos mortos, um pequeno passeio até o túmulo, nos arredores da cidade, teria provado que Ele ainda estava morto. Como os rabinos e o governador romano teriam adorado poder desacreditar o Cristianismo, antes que ele se alastrasse. A maneira mais segura teria sido colocar o corpo de Jesus bem à mostra, só que eles não puderam fazê-lo. O túmulo seriamente guardado, de repente ficou vazio.”³

Entra Paulo de Tarso

“As provas da ressurreição de Jesus são numerosas e irrefutáveis, mas tendo já tratado desse assunto em outro lugar, mencionaremos apenas uma - uma prova sempre visada. Que Cristo realmente ressuscitou dos mortos é a única explicação para o fato de Saulo de Tarso, o maior inimigo do Cristianismo, ter se tornado apóstolo. Um rabino novo e popular, Saulo ia a caminho de grandes honrarias pelo seu papel de liderança em perseguir uma seita aberrante, com detenção, prisão e martírio. Então, de repente ele se tornou um dos cristãos mais desprezados e perseguidos e por causa disso foi detido várias vezes, espancado e aprisionado. Certa ocasião, ele até foi apedrejado e considerado morto. Finalmente foi degolado. Essa incrível reviravolta não faria sentido ... a não ser que...
Por que trocar voluntariamente a popularidade pelo sofrimento e eventual martírio? Paulo explicava ter encontrado o Cristo ressurrecto, e o que havia morrido pelos pecados do mundo estava vivo e se tinha revelado a ele. Esse testemunho, contudo, não foi suficiente em si para provar que Cristo realmente estava vivo. Algo mais seria necessário.
Ninguém poderia duvidar da sinceridade de Paulo. Isso foi demonstrado pelo seu desejo de sofrer e até morrer por Cristo. Uma crença sincera, porém não era prova suficiente de que Cristo realmente estivesse vivo. Seria possível Paulo ter sofrido uma alucinação e simplesmente imaginado que Cristo lhe tinha aparecido e com ele falado e que ainda estava vivo.
Os governadores romanos Felix e Festo, bem como o Rei Agripa escutaram a narração de Paulo sobre o seu encontro sobrenatural e tiveram a certeza de que ele era sincero, mas que estava enganado (Atos 24:26). Essa explicação, contudo, não explica os fatos. A repentina intimidade de Paulo com os ensinos de Cristo fornecem prova suficiente da ressurreição, que jamais poderia ser explicada de outro modo.”³

Evidência Conclusiva

“Paulo, que não havia conhecido Cristo antes dele ser crucificado, de repente se tornou a maior autoridade no que Cristo havia ensinado particularmente dentro do seu círculo de discípulos. Ele devia tê-lo encontrado. Os apóstolos, que haviam sido pessoalmente instruídos por Cristo durante vários anos, tinham de reconhecer que o seu antigo inimigo, Paulo, sem consultar nenhum deles, sabia tudo que Cristo lhes havia ensinado e até tinha "insights" mais seguros do que eles. Quando Paulo repreendeu Pedro por ter errado, este submeteu-se à correção (Gálatas 2:11-14) .
"Recebi do Senhor o que também vos entreguei..." (1 Coríntios 11:23), era como ele iniciava sua explanação à Igreja de Corinto sobre o que acontecera na Última Ceia e o que Cristo havia ensinado aos seus discípulos naquela ocasião. Mesmo que Paulo não tivesse estado presente, ele não consultou nenhum dos que haviam estado lá. "... Não consultei carne e sangue, nem subi a Jerusalém para os que já eram apóstolos antes de mim..." (Gálatas 1:16-17) era o testemunho seguro de Paulo. Que ele tenha se tornado de repente o apóstolo principal e maior autoridade sobre o que Cristo havia ensinado, só poderia ser explicado pelo fato dele ter sido instruído pelo Cristo ressurrecto, exatamente como ele afirmava.
Sem consultar nenhum daqueles que haviam sido discípulos de Cristo durante o seu ministério terreno, Paulo havia se tornado a principal autoridade na doutrina cristã, como todos as igrejas teriam de reconhecer. Ele escreveu a maior parte das Epístolas do Novo Testamento. "Faço-vos, porém, saber, irmãos, que o evangelho por mim anunciado não é segundo o homem. Porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo" (Gálatas 1:11-12) era o testemunho solene de Paulo. Não existe outra explicação se não a de ter Cristo ressuscitado e instruído Paulo pessoalmente.”³

Razão de Confiança

“O cumprimento das profecias acima mencionadas, bem como dezenas de outras sobre a vida, morte e ressurreição de Cristo provam, além de quaisquer dúvidas possíveis, que Ele é o Messias de Israel, o Salvador do mundo. Ninguém pode examinar os fatos e permanecer em dúvida honesta (um descrente honesto). Aqueles que se recusam a crer em face da extraordinária evidência se tornam indesculpáveis.
Tomamos estas poucas páginas para estabelecer a validade da profecia bíblica, com um propósito. Tendo em vista que o que a Bíblia profetizou referente aos eventos do passado se cumpriu com 100% de precisão, temos razão de sobra para crer que o que a Bíblia profetizou com respeito ao futuro do mesmo modo se cumprirá.”³

Probabilidade matemática

Recentemente, estudos da bíblia indicam que há mais de 456 profecias referentes ao Messias. 
Peter Stoner escreveu um artigo em Science Speaks² no qual ele considerava apenas 8 dessas 456 profecias ocorrendo em uma única pessoa simultaneamente, ou seja, qual é a lei da probabilidade de 8 profecias ocorrerem em uma pessoa nos últimos dois anos?
Stoner relata em seu estudo das probabilidades que a chance de uma única pessoa ter cumprido em si mesmo as oito profecias mencionadas acima é de 1 em cada 1017, isto é, 1 em 10 elevado à décima-sétima potência. Isto seria 1 pessoa entre 100.000.000.000.000.000 ( 100 quatrilhões ). Para poder compreender este resultado, Stoner citou o exemplo imaginando alguém tomando uma moeda de um quarto de dólar (vinte e cinco centavos) na qual se faria uma marca. Depois espalharia no Estado do Texas 100 quatrilhões de moedas idênticas o que daria para cobrir toda a área do estado numa altura de 60 cm, mais ou menos. Então, convidamos alguém com os olhos vendados e diríamos a esta pessoa: - agora procure a moeda marcada e traga-a de volta. Qual seria a probabilidade dessa pessoa encontrar esta moeda? Seria a mesma chance que os profetas teriam de em escrever essas oito profecias e ter todas elas cumpridas em um mesmo homem, desde os seus dias, até o tempo presente. Agora, imaginem que Stoner tomasse as 456 profecias mencionadas na Bíblia sobre o messias, como nasceria de uma virgem, seria criado na cidade de Nazaré, seria descendente do tronco de Jessé, etc., etc.? A probabilidade é tão grande, mas tão grande que Jesus é o Messias que está fora do alcance de uma mente humana.
Analisando a profecia continua no livro de Daniel 9:26 que diz que a cidade e ao santuário seriam destruídos pelo príncipe que viria depois de morto o ungido, o Messias de Israel.
Isto, sabemos, ocorreu no ano 70d.C. quando o Templo foi destruído pelo imperador Tito e seus legionários. Lembremos que a genealogia era de suma importância para o povo judeu e por isso, esta genealogia era guardada no Templo, segundo afirma Stan Telchin.Com a destruição do Templo, também se queimaram as genealogias, não permitindo a alguém provar que qualquer homem que se proclamasse o Messias pertenceria à Casa de Israel. E esta seria a prova real necessária para a sua aceitação como o Messias. Pois pelas Escrituras sabemos que o Messias deveria ser da semente de Abraão, Isaque e Jacó, ser da tribo de Judá, da família de Jessé e da Casa de Davi. Então, se ninguém podia provar a sua origem, nenhum Messias poderia ser provado mais. Este raciocínio deixa todos os judeus numa situação incômoda: ou as profecias sobre o Messias são incorretas e por conseguinte falsas; e o conceito de um Messias  na vida do judeu é nada mais do que um mito; e a Bíblia é nada mais do que um livro de estória do povo judeu, cheio de lendas; ou, então, o Messias veio antes do Templo ser destruído.

1 - HUNT, Dave et MACMAHON, T. A. O valor da Profecia. Israel, o Ponteiro no Relógio Mundial de Deus, Ed. Atual, Porto Alegre, 2002.
2 - Moody Press, 1936 – Livro “Traído”- Stan Telchin- Editora CLC -1981
3 - HUNT, Dave. "A Woman Rides the Beast" tradução de Mary Schultze.


Outros documentos históricos

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